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BAT AgriTech Centre celebra um ano de operação e consolida liderança em inovação sustentável na cultura do tabaco

Centro de tecnologia em Mafra (SC) conquista a certificação internacional LEED


Foto: Divulgação

Centro de tecnologia em Mafra (SC) conquista a certificação internacional LEED e se torna referência global em pesquisas genéticas e práticas sustentáveis no setor e no agro

Em novembro de 2025, o BAT AgriTech Centre, localizado em Mafra (SC), celebra seu primeiro ano de operação e se consolida como um dos principais centros globais de pesquisa e desenvolvimento da cultura do tabaco no Sul do país.  Além do aniversário, a unidade comemora, neste mês, a conquista da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), o sistema de certificação de edificações sustentáveis mais utilizado no mundo, desenvolvido pelo U.S. Green Building Council.

O reconhecimento internacional foi possível graças a ações como o uso de 100% de vegetação nativa na composição da paisagem, a redução de 78% no consumo de água, a economia de 18% em energia e a reciclagem de 93% dos resíduos gerados durante a construção. Os resultados refletem o compromisso da companhia com a sustentabilidade na operação, que também conta com 100% dos resíduos reciclados, 680m³ de água reutilizada e 2.000m³ de água e esgoto tratados no período de um ano. 

“O AgriTech Centre nasceu para acelerar o futuro da agricultura, e este primeiro ano demonstra o impacto positivo dessa ambição. A combinação de pesquisa avançada, melhoramento genético e sustentabilidade nos coloca em um novo patamar de excelência, não só para o Brasil, mas para toda a nossa operação global. A certificação LEED é um marco que simboliza o nosso compromisso com práticas sustentáveis de ponta”, afirma Maurício Cantisani, diretor de Tabaco da BAT Brasil para a América do Sul. 

Alta tecnologia impulsiona setor do tabaco 

Com investimento superior a R$ 60 milhões, o AgriTech Centre ocupa 189 hectares e reúne 8 mil metros quadrados de infraestrutura moderna, incluindo laboratórios, casas de vegetação, um banco ativo de germoplasma e uma unidade de industrialização de sementes que abastece o Brasil e mais de 11 países ao redor do mundo. Graças ao avanço contínuo das pesquisas, a produtividade da cultura do tabaco aumentou mais de 50% nos últimos dez anos, garantindo maior rentabilidade e qualidade de vida aos produtores. 

No campo da pesquisa, o primeiro ano também foi marcado pelo registro de 16 novas cultivares de tabaco com outras seis em processo de registro e produção de 7,5 milhões de sementes para 9 países, fortalecendo o papel do AgriTech Centre como referência global em inovação genética.

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