Biotecnologias contribuem para o recorde de produtividade
Produtividade média da soja brasileira na safra 2025/26 foi de 62 sacas por hectare
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Os resultados do 18º Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo CESB, mostraram que a Bayer segue como a principal parceira do agricultor quando o assunto é produtividade e rentabilidade. Não por acaso, a pioneira no lançamento de biotecnologias no país viu suas soluções para soja serem escolhidas por todos os campeões da temporada. De quebra, o concurso ainda registrou um recorde na produtividade e na rentabilidade média desta safra.
Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produtividade média da soja brasileira na safra 2025/26 foi de 62 sacas por hectare, enquanto os participantes do CESB registraram 97 sacas por hectare — um novo recorde do concurso, puxado principalmente pelas biotecnologias Intacta, da Bayer.
“Lá se vão mais de 20 anos do lançamento de biotecnologias para soja pela Bayer. Nesse tempo, o país se tornou o maior produtor e exportador do grão no mundo, transformando-o no principal motor da economia nacional. Já o produtor conseguiu mais opções de cultivares adaptadas e pôde elevar os seus ganhos em produtividade e rentabilidade”, afirma Rafael Mendes, diretor do negócio de soja Intacta2 Xtend, da Bayer.
No campo, o produtor tem reconhecido as biotecnologias não são todas iguais. Tanto é que 95% de todos os participantes auditados pelo CESB escolheram variedades com as biotecnologias Intacta RR2 PRO, Intacta2 Xtend e Xtend Biotec, sendo que todos os vencedores usavam as soluções da Bayer. Outro dado que demonstra a relevância das biotecnologias da empresa é que 95% de todos os resultados acima de 100 sacas no concurso, usavam inovações Bayer.
Intacta2 Xtend ganha destaque
A mais recente geração de soja da Bayer, Intacta2 Xtend (i2x), tem ganhado cada vez mais espaço, chegando a 44% das áreas do CESB, contra os 31% da temporada anterior. As regiões Sul e Sudeste lideram na adoção dessa nova biotecnologia; ambas obtiveram mais de 93 sacas de média em produtividade.
“De fato, muitos produtores estão registrando mais de 100 sacas de produtividade, um número impensável no passado. O campeão da região Sudeste, por exemplo, conseguiu colher 122,66 sacas por hectare no sequeiro com uma variedade Intacta2 Xtend. Já o vice-campeão da região Centro-Oeste registrou um volume de 111,61 sacas de produtividade com a i2x, enquanto o terceiro colocado na região Sul registrou uma produtividade de 133,38 sacas também com a i2x. O mesmo se repete no Norte e no Nordeste. Tudo isso graças ao uso de sementes certificadas e ao ambiente seguro que o Brasil propicia para as empresas de genética investirem em inovações ainda mais produtivas no futuro”, diz Mendes.
Já Intacta RR2 PRO, consolidada como a principal biotecnologia dos últimos 10 anos, tem demonstrado que segue entregando altas produtividades e contribuindo com os produtores.
“Os resultados mostram que essa biotecnologia ainda se mantém como uma das mais relevantes para o setor, já dividindo a atenção com a atual i2x. De maneira geral, os resultados mostram que é possível ampliar a produtividade e buscar rentabilidade mesmo com as dificuldades climáticas. Investir em uma semente certificada e de alta qualidade é o pontapé inicial para uma lavoura mais resiliente e produtiva”, conta Fabiano Oliveira, líder do negócio de soja da Bayer.
Cultivares
De fato, as biotecnologias aliadas a cultivares adaptadas às mais diferentes regiões do país trazem ainda mais segurança e facilidade no manejo das lavouras. Segundo Oliveira, uma grande vantagem da mais recente biotecnologia de soja, a Intacta2 Xtend, é a quantidade de novas cultivares disponíveis aos agricultores, mais de 260, algo que nenhuma outra conseguiu no mesmo período desde o lançamento.
“No passado, o produtor não tinha tantas opções adaptadas à sua região. Mas hoje isso mudou, e é preciso experimentar e diversificar para minimizar os impactos que o clima pode trazer. Até mesmo as cultivares voltadas à área de refúgio estão entregando produtividades acima de 100 sacas por hectare”, comenta Oliveira.
Na região Sudeste, por exemplo, um produtor conseguiu registrar uma produtividade média de 108 sacas de soja por hectare com uma variedade Monsoy voltada à área de refúgio, a M5737 XTD. Já as variedades da Agroeste se destacaram por registrarem produtividades médias acima de 90 sacas, como a AS3606 I2X.
Proteção de cultivos
Durante a safra, o clima quente e úmido em boa parte das regiões do país fez com que uma doença fúngica ganhasse destaque no manejo: a mancha-alvo. Com exceção da região Sul, esse foi o principal problema relatado pelos competidores do CESB, seguido pela antracnose, essa sim, presente também no Sul.
Diante do problema, a solução adotada por todos os campeões do CESB foram os fungicidas da família Fox, já bastante consolidados como os mais eficazes do mercado, tanto o Fox Xpro, quanto o Fox Supra. Além disso, o fungicida Nativo, utilizado para complementar o manejo, também figurou entre os campeões.
Os produtos para proteção contra pragas Curbix, e Certero, o adjuvante Aureo e os herbicidas da família Roundup completam a lista de produtos da Bayer para proteção de cultivos mais usados pelos vencedores do CESB.