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O mercado do boi gordo permaneceu sem alterações nas cotações em São Paulo na quinta-feira (27), conforme análise do informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria. Segundo o relatório, o cenário foi sustentado por oferta controlada e escalas curtas, o que manteve os preços firmes.
De acordo com a consultoria, “como é comum às sextas-feiras, o volume de negócios foi menor, a ponta compradora não elevou a oferta em relação ao dia anterior e os compradores mais ativos foram os frigoríficos exportadores”. Com isso, as cotações não mudaram na comparação diária. As escalas de abate atenderam, em média, a seis dias.
No acumulado de fevereiro, mês encerrado no último dia útil, o boi gordo registrou alta de 7,4%, a vaca gorda de 7,6% e a novilha de 6,3%. A cotação do “boi China” subiu 7,6% no período.
Em Minas Gerais, a oferta de bovinos esteve contida e as escalas curtas resultaram em alta nas cotações em duas das quatro praças pecuárias. No Triângulo Mineiro, o boi gordo e a novilha subiram R$ 2,00 por arroba na comparação com o dia anterior, enquanto a vaca permaneceu estável. Na região de Belo Horizonte, as cotações ficaram inalteradas. No Norte do Estado, a vaca teve alta de R$ 2,00 por arroba, e boi e novilha mantiveram estabilidade. Na região Sul, não houve alterações. O “boi China” também não apresentou variação em relação ao dia anterior. Nas quatro praças, as escalas de abate não ultrapassaram uma semana.
Em Alagoas, na comparação diária, o boi gordo subiu R$ 2,00 por arroba e a novilha R$ 5,00 por arroba, enquanto a vaca permaneceu com cotação estável.