Calor e chuva favorecem a incidência de fungos - Manejo integrado das pragas da videira é fundamental, alerta pesquisador da Embrapa
Heloísa Lima
Verão no Centro-Oeste é sinônimo de chuvas, calor e aumento da incidência de algumas doenças fúngicas em diversas culturas. No caso da uva, particularmente sensível ao ataque de fungos, é época dos produtores redobrarem s cuidados. O pesquisador Lucas Garrido, chefe da Embrapa Uva e Vinho, explica que grande parte das principais doenças fúngicas que atingem os parreirais tem o desenvolvimento facilitado elo calor e pela umidade.
Lucas explica que outros dois fatores influem na incidência de doenças: a presença do patógeno (fungo), e aplanta hospedeira suscetível (no caso, a videira). “Se o ambiente não for favorável, a doença não se desenvolve; se o plantio foi feito em uma área nova, afastada de outros vinhedos, e as mudas são sadias, o produtor não terá problemas com boa parte dessas doenças.”
O pesquisador enumera as doenças fúngicas que mais acometem os parreirais no Centro-Oeste: o míldio, a antracnose, a escoriose, o oídio, a ferrugem, as podridões do cacho e a descendente.
Garrido frisa que o manejo integrado das doenças da videira é fundamental para o sucesso do cultivo. Sem que o produtor tome os devidos cuidados, os prejuízos podem chegar a 100%. O pesquisador diz que os cuidados devem se iniciar logo na aquisição das mudas. É importante comprá-las sadias, evitando assim a introdução de patógenos na área a ser plantada. Ele conta que os fungos que causam o míldio, o oídio, a ferrugem e a podridão cinzenta se disseminam por esporos transportados por correntes de ar. Para essas doenças, pulverizações preventivas com fungicidas são necessárias. Outras doenças como a antracnose, escoriose, podridão dauva madurae podridão descendente são introduzidas por meio de mudas, animais, plantas hospedeiras ou pelo próprio homem.
Nesse caso, o controle das doenças por fungicidas deve ser feito tão logo sejam detectados os primeiros sintomas. Outras medidas recomendadas são a destruição de restos culturais infectados da safra anterior, a utilização de adubações equilibradas e o manejo adequado da parte aérea das plantas a fim de evitar períodos longos de molhamento foliar. Também é importante evitar cultivos em baixadas. Em áreas sujeitas a ventos é importante utilizar quebra-ventos, entre outras medidas.
Verão no Centro-Oeste é sinônimo de chuvas, calor e aumento da incidência de algumas doenças fúngicas em diversas culturas. No caso da uva, particularmente sensível ao ataque de fungos, é época dos produtores redobrarem s cuidados. O pesquisador Lucas Garrido, chefe da Embrapa Uva e Vinho, explica que grande parte das principais doenças fúngicas que atingem os parreirais tem o desenvolvimento facilitado elo calor e pela umidade.
Lucas explica que outros dois fatores influem na incidência de doenças: a presença do patógeno (fungo), e aplanta hospedeira suscetível (no caso, a videira). “Se o ambiente não for favorável, a doença não se desenvolve; se o plantio foi feito em uma área nova, afastada de outros vinhedos, e as mudas são sadias, o produtor não terá problemas com boa parte dessas doenças.”
O pesquisador enumera as doenças fúngicas que mais acometem os parreirais no Centro-Oeste: o míldio, a antracnose, a escoriose, o oídio, a ferrugem, as podridões do cacho e a descendente.
Garrido frisa que o manejo integrado das doenças da videira é fundamental para o sucesso do cultivo. Sem que o produtor tome os devidos cuidados, os prejuízos podem chegar a 100%. O pesquisador diz que os cuidados devem se iniciar logo na aquisição das mudas. É importante comprá-las sadias, evitando assim a introdução de patógenos na área a ser plantada. Ele conta que os fungos que causam o míldio, o oídio, a ferrugem e a podridão cinzenta se disseminam por esporos transportados por correntes de ar. Para essas doenças, pulverizações preventivas com fungicidas são necessárias. Outras doenças como a antracnose, escoriose, podridão dauva madurae podridão descendente são introduzidas por meio de mudas, animais, plantas hospedeiras ou pelo próprio homem.
Nesse caso, o controle das doenças por fungicidas deve ser feito tão logo sejam detectados os primeiros sintomas. Outras medidas recomendadas são a destruição de restos culturais infectados da safra anterior, a utilização de adubações equilibradas e o manejo adequado da parte aérea das plantas a fim de evitar períodos longos de molhamento foliar. Também é importante evitar cultivos em baixadas. Em áreas sujeitas a ventos é importante utilizar quebra-ventos, entre outras medidas.