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Cerrado baiano reforça presença em Brasília

“O Plano Safra é um importante instrumento para garantir competitividade"


“O Plano Safra é um importante instrumento para garantir competitividade" “O Plano Safra é um importante instrumento para garantir competitividade" - Foto: Divulgação

O lançamento do Plano Safra 2026/2027 reuniu, nesta terça-feira (30), em Brasília, representantes do setor produtivo e autoridades para a apresentação das linhas de financiamento da agropecuária nacional. A programação destacou crédito para custeio, comercialização e investimentos em infraestrutura, irrigação e inovação tecnológica.

A Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia participou da solenidade no Palácio do Planalto com o presidente Moisés Schmidt, a diretora executiva Lizane Ferreira e a diretora institucional Karen Machado. A presença da entidade reforçou a representação dos produtores do Cerrado baiano nos debates sobre políticas públicas para o agronegócio.

O plano disponibilizará R$ 525 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores rurais. Desse total, R$ 414,7 bilhões serão destinados a custeio e comercialização, enquanto R$ 110,3 bilhões financiarão modernização das propriedades, infraestrutura, irrigação e novas tecnologias.

Promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, o evento foi conduzido pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e reuniu ministros, parlamentares, lideranças e entidades do setor. Para a Aiba, a agenda amplia o diálogo com o Governo Federal e permite acompanhar decisões que afetam a competitividade da produção.

Moisés Schmidt avaliou que a participação fortalece a interlocução das demandas regionais e contribui para políticas de incentivo à agricultura irrigada, à verticalização da produção e ao crescimento sustentável. Durante a agenda, ele também se encontrou com Vivaldo Góis, da Seagri, Thiago Guedes Viana, da Ceplac, e Fábio Alexandre Rosa Rodrigues, do Mapa.

“O Plano Safra é um importante instrumento para garantir competitividade, incentivar a adoção de novas tecnologias, fortalecer a agricultura irrigada e criar condições para que o produtor continue investindo, produzindo e gerando desenvolvimento para toda a região. Nossa participação também reforça a busca por políticas que contribuam para a verticalização da produção e para o crescimento sustentável do agronegócio baiano”, destacou.
 

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