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Com 414 fiscalizações, Adapar finaliza operação contra influenza aviária no Litoral

Adapar fiscaliza propriedades e reforça combate à influenza aviária no litoral do PR


Foto: Pixabay

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) realizou, entre os dias 16 e 26 de março, uma operação de combate à Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) nos municípios do Litoral do Estado. Ao todo, 16 servidores da Adapar participaram da operação. Durante o período, foram realizadas 414 fiscalizações em propriedades com aves de subsistência (criações de fundo de quintal) e em estabelecimentos comerciais de produtos veterinários.

Além das ações de fiscalização, a operação também promoveu educação sanitária, levando orientações aos proprietários de aves sobre a doença e reforçando a importância das medidas de prevenção e controle. As ações de conscientização focaram e informar para os moradores sobre os impactos econômicos decorrentes de possíveis embargos e que a influenza aviária de alta patogenicidade é uma zoonose, o que afeta diretamente a a saúde pública.

A ação também contou com a colaboração de médicos-veterinários do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS), uma ação da Petrobras que faz parte das condições para o licenciamento ambiental emitido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O projeto é executad pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

A participação do PMP-BS aconteceu no início da operação, com os profissionais auxiliando os servidores da Adapar em simulações de procedimentos e na realização de necrópsias, com foco no reconhecimento de possíveis sinais de enfermidades em aves.

RELEVÂNCIA – A manutenção do status sanitário de área livre de influenza aviária é fundamental tanto para a saúde pública quanto para a economia do Estado. O Paraná é o maior produtor de proteína animal do Brasil e lidera, com ampla vantagem, o segmento de carne de frango, sendo responsável por mais de um terço da produção nacional.

Esse cenário está diretamente relacionado ao conceito de Saúde Única, que integra a saúde humana, animal, vegetal e ambiental. O controle de doenças, nesse contexto, impacta diretamente a geração de empregos, o desenvolvimento econômico e o abastecimento alimentar em nível nacional.

HISTÓRICO – A operação é parte de um conjunto de ações permanentes realizado em diversas regiões do Estado, organizadas pela Divisão de Sanidade Avícola (Disav). Em 2025, o Sudoeste paranaense foi foco das ações. No Paraná, todas as granjas registradas devem cumprir os requisitos de biosseguridade previstos na Portaria Adapar nº 242/2022 e na Instrução Normativa MAPA nº 56/2007, normas que estabelecem padrões técnicos indispensáveis para garantir a sanidade dos plantéis, prevenir a entrada de agentes patogênicos e assegurar a conformidade dos estabelecimentos junto ao serviço oficial.

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