Compras oficiais de feijão só evitaram o pior

Agronegócio

Compras oficiais de feijão só evitaram o pior

Um ano atrás, o produtor recebia 128% mais que os atuais R$ 68,64
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As compras de feijão realizadas pela Conab neste ano no estado – que somam investimento de R$ 100 milhões, na aquisição de 75 mil toneladas – evitaram o pior, mas não elevaram os preços. Um ano atrás, o produtor recebia 128% mais que os atuais R$ 68,64 por saca de 60 quilos (carioca). As duas últimas parcelas – de R$ 20 e de 5 milhões – estão sendo liberadas, para pagamento de preço mínimo de R$ 80,00 a saca – 16% a mais que o preço de mercado.

Apesar de não terem garantido patamares nem próximos dos R$ 157 por saca que os produtores recebiam um ano atrás, a intervenção impediu queda ainda maior nas cotações, avalia o secretário estadual da Agricultura, Valter Bianchini. Neste ano, o Paraná deve colher 755 mil toneladas de feijão em três ciclos. São 25 mil a menos que em 2008, mas num momento de oferta nacional bem maior.

Semelhança

No caso do milho, a produção de outros estados também mostra inteferência. A Conab informa que o estoque público do cereal é baixo, 1,8 milhão de toneladas em âmbito nacional, sendo que apenas 30 mil estariam no Paraná. Perto de 85 mil toneladas devem chegar aos armazéns da companhia localizados no estado nas próximas semanas, quando produtores começam a exercer uma leva de contratos de opção. Não há avaliação oficial sobre os privados, formados por compras regionais e com milho do Centro-Oeste.

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