Confira o preço do milho no Brasil
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Imagem: Marcel Oliveira
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Confira o preço do milho no Brasil

Indústrias avícolas propõem contratos de troca no Paraná, onde os preços não estimulam exportação
Por: -Leonardo Gottems

No mercado do milho do Rio Grande do Sul as compras em Marau estão a R$ 101,50 a saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Segundo a entidade, o preço médio  do milho segue em alta no RS, com aumento de 1,19% em relação ao da semana anterior, passando  de R$ 88,33 para R$ 89,38, para o agricultor. O preço para lotes do produto disponível em Cruz Alta se manteve estável em R$ 100,00 a saca”, comenta. 

Já Santa Catarina vê no Meio-oeste e Joaçaba a R$ 105,00 a saca e a logística começa a ficar complicada. “O mercado segue em ritmo lento em Santa Catarina, e as indicações de produtores no Estado são de R$ 105,00 a R$ 110,00 a saca. No meio oeste, novamente os negócios foram ao nível de R$ 105,00 a saca,  onde viram-se pelo menos 1000 toneladas negociadas em Joaçaba, e 600 negociadas em Xanxerê”, completa. 

Indústrias avícolas propõem contratos de troca no Paraná, onde os preços não estimulam exportação. “Nas indicações, poucas alterações, e de forma geral compradores a R$ 100,00 contra R$ 105,00 na ideia de venda. No  norte, ao menos 700  toneladas foram negociadas a  R$ 103,00,  com entrega  imediata  e  pagamento  em 30 dias. Nas indicações futuras, uma fábrica nos Campos Gerais procura milho a R$ 90,00 com entrega fevereiro de 2022.  Tradings  seguem  sem  muito  apetite  para  a  exportação,  indicando  preços  entre  R$  78,50  a  R$  80,00  no agosto, e R$ 78,20 a R$ 80,50 no setembro”, indica. 

Produtores pedem R$ 100,00 pela saca no Mato Grosso do Sul e cerealistas recuam. “O dia de hoje não apresentou grandes novidades em relação  à  comercialização,  e  as  pedidas permaneceram em  R$  100,00, o  que,  por  sinal,  nem de  longe  fecha  a  conta  para  os  cerealistas.  As indicações  de  safrinha  parecem  aumentar  à  medida que  cerealistas  vêem  demanda  para  o  porto  e mercado interno”, conclui. 


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