Construção do solo avança na cafeicultura
Nutrientes como silício, boro, magnésio e enxofre também terão atenção especial
Nutrientes como silício, boro, magnésio e enxofre também terão atenção especial - Foto: Pixabay
A construção do perfil do solo tem ganhado importância na cafeicultura como alternativa para ampliar a resiliência das lavouras diante dos desafios climáticos e do aumento dos custos de produção. O tema será um dos destaques da Expocafé 2026, marcada para ocorrer entre os dias 26 e 28 de maio, no aeroporto de Três Pontas, em Minas Gerais.
Durante a feira, a Agronelli Soluções apresentará tecnologias voltadas à construção do perfil do solo, eficiência nutricional, sanidade vegetal e fortalecimento radicular. A proposta é mostrar soluções que contribuam para maior estabilidade produtiva e sustentabilidade na lavoura cafeeira.
Segundo Maurício Komori, especialista em Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas e gerente de Pesquisa e Desenvolvimento de Mercado da Agronelli Soluções, os produtores têm buscado manejos capazes de equilibrar produtividade, eficiência econômica e longevidade dos cafezais. A preocupação envolve o melhor uso de fertilizantes e água, além da redução de riscos produtivos.
A construção de um ambiente equilibrado do ponto de vista físico, químico e biológico favorece o aprofundamento das raízes, melhora a retenção de água e contribui para plantas mais saudáveis. No estande da empresa, estarão em destaque soluções com gesso agrícola, silicatos, condicionadores de solo e fertilizantes.
Nutrientes como silício, boro, magnésio e enxofre também terão atenção especial, por sua relação com fortalecimento das plantas, florada, pegamento, eficiência fotossintética, enchimento de grãos e melhor aproveitamento do nitrogênio. A empresa ainda apresentará pesquisas com gesso agrícola associado à braquiária, manejo ligado à retenção de água, ciclagem de nutrientes e estabilidade produtiva.“A proposta é transformar pesquisa e tecnologia em soluções práticas que gerem produtividade, estabilidade e sustentabilidade para o cafeicultor”, conclui o especialista.