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Doença do vira cabeça preocupa produtores

Conhecida de maneira popular como “vira-cabeça“, a orthotospovirose, preocupa produtores de hortifruti, especialmente de batatas e de tomates


Foto: Pixabay

Conhecida de maneira popular como “vira-cabeça“, a orthotospovirose, preocupa produtores de hortifruti, especialmente de batatas e de tomates. É que a doença age de maneira rápida, silenciosa e de difícil controle, acarretando sintomas severos e grandes prejuízos em diversos tipos de cultivares. A incidência de infestações costuma se intensificar nos meses mais secos e quentes do ano. Geralmente vetorado por tripes (Thysanoptera), o vírus do vira-cabeça causa necroses que impossibilitam a comercialização e o consumo dos alimentos. Pelos sintomas, a doença costuma ser confundida com PVYNTN, o que atrasa ações de controle, diferentes para pulgões e tripes.

Na última safra da batata, a IHARA  conduziu estudo sobre a doença, em parceria com o departamento de Proteção Vegetal da UNESP, na região de Vargem Grande do Sul (SP). A equipe de pesquisadores identificou alta população de tripes e a presença do vira-cabeça.  “Confirmamos em laboratório a presença do orthotospovírus em batatas e em beldroegas na área analisada, e há registros de disseminação também na cultura da soja”, explica o agrônomo e Gerente Regional de Marketing da IHARA, Marcos Vilhena. 

Ele lembra ainda que muitos agricultores plantam soja logo após a colheita da batata, o que funciona como ponte verde para disseminação da praga. “É preciso orientar os produtores para o controle desta praga, que vem crescendo em diversas regiões. O correto posicionamento de defensivos químicos é fundamental para controle não só das pragas transmissoras, mas também para o controle das plantas daninhas hospedeiras desse vírus”, destaca. 

MANEJO EFICIENTE

Segundo Vilhena, muitos fatores dificultam o controle da praga, como a diversidade de cultivares em uma mesma terra. A plantação da soja após a colheita da batata, por exemplo, pode atuar como ponte para disseminação. O vento também é um fator que contribui para a dispersão da praga  já que esse inseto possui baixa capacidade de voo para longas distâncias. Além disso, a eliminação de plantas daninhas é parte essencial do manejo, pois elas servem de fonte inóculo do vírus e permanência da doença no campo.

“Os defensivos agrícolas são a ferramenta mais eficaz, e nesse sentido é preciso contar com um inseticida com amplo espectro de ação, que atue tanto sobre os insetos quanto também sobre as plantas invasoras,possíveis hospedeiras”, alerta.

Fruto de pesado investimento em pesquisa e desenvolvimento, a IHARA já conta em seu portfólio com o produto Eleitto; fórmula inovadora e desenvolvida especificamente para a hortifruticultura. Esta tecnologia é uma grande aliada do hortifruticultor, principalmente por ser multipragas, com amplo espectro, ação de choque e longo residual, podendo ser aplicado via terrestre ou aérea em qualquer fase da cultura, inclusive na florada. 

Além disso, apresenta diversos benefícios como baixo período de carência (intervalo de segurança), o que permite aplicações próximas à colheita, oferece suporte de limite máximo de resíduos (LMR) para as principais culturas de exportação. Isso transforma o inseticida em uma alternativa viável para os agricultores que prezam por um manejo eficiente e satisfatório do tospovirus, gerando assim colheitas fartas com produtos adequados para o consumo no Brasil e para a exportação para os mercados mais exigentes do mundo. 
 

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