CI

Empresa argentina de laticínios aposta no Brasil

La Serenissima prevê alta de 20% na receita no país. O faturamento no Brasil responde por 7% do grupo argentino


Há pouco mais de dez anos no Brasil, a argentina La Serenissima já conhece bem o sobe-e-e-desce da economia brasileira. Em 2004, porém, a empresa iniciou um processo de recuperação que deve prosseguir este ano, aposta Sebastián Luis Maraggi, presidente da Leitesol, subsidiária da empresa no Brasil. A La Serenissima, que já exportava leite em pó ao Brasil a partir da Argentina, chegou ao país com o leite longa vida, em 1994, mas logo se deu conta que não era competitivo vender o produto no mercado brasileiro, onde proliferaram marcas de longa vida após o Plano Real.


Então, a empresa controlada pela Mastellone Hermanos, partiu para o leite em pó em 1996, mesma época em que adquiriu a Leitesol, uma distribuidora desse produto em Bragança Paulista. O leite produzido nas unidades argentinas passou a ser fracionado e embalado na fábrica brasileira. Segundo Maraggi, de 1996 até o começo de 2001, a receita da empresa com as vendas de leite em pó no Brasil só fez crescer. Mas uma acusação de dumping contra os países exportadores de leite gerou um acordo de preços mínimos para o produto - renovado em 2004 - e derrubou as vendas ao Brasil.
Assine a nossa newsletter e receba nossas notícias e informações direto no seu email

Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.

2b98f7e1-9590-46d7-af32-2c8a921a53c7