Evolução genética amplia eficiência no arroz
A estratégia amplia o conceito de custo-benefício
A estratégia amplia o conceito de custo-benefício - Foto: USDA
A busca por maior produtividade com controle de custos tem ampliado a importância da escolha da semente na cultura do arroz. Em um cenário de insumos mais caros, margens estreitas e maior pressão por eficiência, materiais com estabilidade, adaptação e bom desempenho passam a ocupar papel estratégico no planejamento da lavoura.
A campanha nacional da RiceTec reforça essa tendência ao apresentar um portfólio desenvolvido a partir de programas globais de melhoramento genético e adaptado às condições brasileiras. A proposta é oferecer previsibilidade, eficiência no uso de insumos e melhor retorno por hectare, considerando não apenas o custo inicial da semente, mas também produtividade, redução de perdas e eficiência operacional.
No sistema FullPage, voltado a áreas que priorizam estabilidade produtiva e adaptação, o RT 117 FP reúne alto teto produtivo e resposta a manejos mais ajustados. O RT 124 combina produtividade e qualidade de grão, enquanto o XP 125 apresenta consistência em diferentes ambientes de produção.
No sistema Max-Ace, o foco está na eficiência do controle de plantas daninhas resistentes aos herbicidas inibidores de ALS, com seletividade e flexibilidade de manejo. O 117 MA associa produtividade e eficiência de controle. Já o RT 739 MA apresenta bom desempenho em áreas com maior pressão de plantas daninhas.
A estratégia amplia o conceito de custo-benefício ao considerar o retorno gerado ao longo da safra. Nesse contexto, a evolução genética busca reunir produtividade, previsibilidade e eficiência agronômica para reduzir riscos e melhorar os resultados da operação.