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Expositor da Fenasucro oscila entre decepção e otimismo com negócios

De acordo com a organização da feira, 27 mil pessoas passaram pelo local nos quatro dias do evento


No último dia da Fenasucro e Agrocana, feira voltada ao setor canavieiro que terminou na sexta-feira em Sertãozinho, o termômetro de negócios variou entre a decepção e o otimismo.

De acordo com a organização da feira, 27 mil pessoas passaram pelo local nos quatro dias do evento. A previsão é que os negócios iniciados na feira alcancem R$ 2 bilhões, dentro da previsão.

Responsável por um dos principais lançamentos da feira -uma colhedora de cana-de-açúcar que custa até R$ 800 mil-, a Santal foi uma das que fizeram bons negócios. De acordo com o responsável pelo marketing da empresa, Márcio Lima, as vendas cresceram mais de 100% em relação à edição do ano passado.

Para a Prominas, que fábrica equipamentos para usinas, porém, "a feira foi institucional", segundo o supervisor de vendas Vagner Luciano. Ele diz que o baixo número de negócios era esperado por causa da crise.

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