Farelo de algodão: preços devem firmar em curto e médio prazos

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Farelo de algodão: preços devem firmar em curto e médio prazos

Preço do farelo de algodão caiu 1,3% em março na comparação com fevereiro deste ano
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O preço do farelo de algodão caiu 1,3% em março na comparação com fevereiro deste ano. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, o alimento concentrado com 38% de proteína bruta (PB) está cotado, em média, em R$911,74 por tonelada, sem o frete. 

Apesar dos recuos nas cotações nos últimos meses, o insumo está custando 8,6% a mais em relação a março do ano passado. 

Considerando a praça de São Paulo, atualmente são necessárias 5,87 arrobas de boi gordo para a compra de uma tonelada de farelo de algodão. 

O poder de compra do pecuarista em relação ao insumo melhorou 2,5% em março, na comparação mensal, mas ainda está pior comparativamente com igual período de 2018. 

Em curto e médio prazo, a alta do dólar em relação ao real deverá dar sustentação aos preços do farelo de soja, que é o balizador de preços no mercado de alimentos concentrados proteicos. 

Este fato somado a baixa disponibilidade de farelo de algodão e aumento da demanda para os confinamentos são fatores de sustentação das cotações do insumo em curto e médio prazos. 

Lembrando que a oferta de farelo de algodão aumenta a partir de julho, com a colheita do algodão de segunda safra e aumento dos esmagamentos no país.


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