Galvani comemora 75 anos: uma história de evolução com Paulínia

Agronegócio

Galvani comemora 75 anos: uma história de evolução com Paulínia

Hoje a empresa possui na cidade um dos maiores complexos industriais de fertilizantes do Brasil
Por: -Janice
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Em comemoração aos seus 75 anos de história, a Galvani - único grupo nacional que atua em toda a cadeia de fertilizantes fosfatados – realiza uma festa para os funcionários e convidados no Complexo Industrial de Paulínia (CIP) no dia 27 de agosto.

A empresa tem uma relação de 38 anos com a cidade através de duas empresas: a Galvani Engenharia e Comércio (GEC) - que atua na comercialização de produtos para a construção civil e prestação de serviços para obras rodoviárias, urbanas e industriais - e a Galvani Indústria, Comércio e Serviços, que atua no setor de fertilizantes através de seu complexo industrial no bairro de Betel. A Galvani Engenharia e Comércio (GEC) chegou à Paulínia em 1971, quando foi contratada para realizar obras na cidade. Em 1973, comprou a pedreira onde está sediada atualmente.

Nessa época, a Galvani já trabalhava também com transportes e armazenagem de fertilizantes, principalmente em São Paulo e Santos. Ao perceber as vantagens logísticas da região, resolveu implantar, em 1978, um terminal de fosfato, principal matéria-prima na fabricação de fertilizantes, no bairro Betel, que na época era um distrito industrial. Mais tarde, em 1983, iniciou no local a implantação do que seria um dos maiores complexos industriais de produção de fertilizantes do Brasil. Essa é a origem da Galvani Fertilizantes, que atraiu para Paulínia outras empresas do mesmo setor como a Heringer.

Apesar dos altos e baixos do setor de fertilizantes, o Complexo Industrial de Paulínia (CIP) passou por uma grande evolução. Muitos investimentos foram feitos para aumentar a eficiência nas plantas de fertilizantes e ácido sulfúrico, na implantação de modernas tecnologias em controles ambientais e grandes avanços em segurança. “Em Paulínia, a Galvani sempre inovou, investiu e ampliou suas instalações, o que representa uma crença absoluta no negócio, na pujança da cidade e na força de trabalho de seu povo”, assegura o presidente do Conselho de Administração da Galvani, Rodolfo Galvani Jr.


                                 Complexo Industrial de Paulínia (CIP)

75 anos de uma trajetória de conquistas

A Galvani completa 75 anos de história em agosto de 2009. A companhia, que teve origem na década de 30 no ramo de bebidas, consolidou-se como o único grupo nacional que atua em toda a cadeia de fertilizantes fosfatados no país.

Hoje, a empresa possui oito unidades distribuídas pelos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Sergipe e Ceará e está presente em quatro dos setores mais importantes da economia brasileira: mineração, indústria, comércio e serviços. Investe continuamente na expansão da produção, pesquisa e desenvolvimento de novos negócios e na busca de soluções e aprimoramento dos processos produtivos e administrativos.

“Em toda a sua trajetória, a companhia se destaca por acreditar no potencial do País e inovar na maneira de gerir seus negócios. Foi com esse espírito criativo e empreendedor que se inseriu no setor de fertilizantes e acompanha seu desenvolvimento para atender com eficácia, rapidez e qualidade as principais regiões agrícolas brasileiras”, afirma o presidente do Conselho de Administração, Rodolfo Galvani Júnior.

Atualmente, o Grupo Galvani gera aproximadamente 1800 empregos diretos, entre funcionários próprios e terceiros e atingiu um faturamento de cerca de R$ 660 milhões em 2008.

Origem

Para entender como a Galvani começou no negócio de fertilizantes, é preciso retomar um pouco a sua história, que tem início em 1934 no interior de São Paulo, com um negócio familiar de fabricação de bebidas. No final da década de 1930, os produtos já eram bastante consumidos na região e surge a necessidade de transportar a própria produção, o que deu início a um novo negócio. A empresa passou então a levar produtos agrícolas para a cidade de São Paulo e Santos e, na volta, trazia cerveja, pneus, cimento, sal e adubo.

No início dos anos 1960, com uma crise de abastecimento de sal no Brasil a Galvani conseguiu cotas de importação do produto e passou a receber o sal importado em Santos (SP) e vender para indústrias. Para isso, desenvolveu em Santos uma estrutura de ensaque diretamente para o vagão e um rápido despacho pela ferrovia. Quando as importações de sal terminaram, as de fertilizantes estavam crescendo e a empresa passou a atuar também no transporte e armazenagem desse produto, instalando inclusive um terminal graneleiro próprio em Santos. Neste local, a Galvani começa a ensacar e misturar fertilizantes para terceiros, ampliando sua atuação.

Na década de 1970, a Galvani Transportes já era uma das maiores empresas de transportes de fertilizantes do estado de São Paulo, devido a suas atividades em Santos (SP). E o governo federal começou a incentivar a exploração das jazidas de fosfato, principal matéria-prima de fertilizantes, localizadas no Triângulo Mineiro e sul de Goiás.

Mas havia problemas logísticos para escoar o minério até as fábricas de fertilizantes consumidoras de fosfato, que estavam localizadas na Grande São Paulo e na baixada santista. Diante disso, a Galvani apresentou uma solução ao mercado: a idéia de construir um Terminal de Fosfato em Paulínia. As vantagens eram que a cidade estava em um importante entroncamento rodoviário e ferroviário, de onde os clientes conseguiriam buscar facilmente, de caminhão ou de trem, o fosfato enviado das jazidas pela ferrovia e que ficariam estocadas em armazéns graneleiros pulmões da Galvani.

A Galvani inaugurou em 1978 o terminal ao lado da estação da Fepasa (Ferrovia Paulista SA) em Paulínia, no bairro Betel. Fez dois desvios ferroviários e quatro armazéns graneleiros com capacidade total de 200 mil toneladas de estocagem. Nesse mesmo local, a Galvani investiu em sua primeira fábrica de fertilizantes, começando a oferecer ao mercado serviços de industrialização.

Mais tarde, em meados da década em 1990, para viabilizar um adequado suprimento de matérias-primas ao seu Complexo industrial de Paulínia, a empresa entra em dois novos negócios: produção de ácido sulfúrico em Paulínia e a mineração de rocha fosfática em Lagamar/MG.

Rumo ao futuro

Em julho deste ano, a companhia deu um dos passos mais importantes de sua história. Estabeleceu com as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) um consórcio que viabilizará a exploração da jazida de Itataia, situada no município de Santa Quitéria, no Ceará.

Com investimentos da ordem de R$ 800 milhões, o empreendimento vai impulsionar, a partir do fosfato, que se encontra associado ao urânio, a produção de fertilizantes fosfatados e fosfato bicálcico para nutrição animal, além de concentrado de urânio para a geração de energia elétrica. A operação do Consórcio Santa Quitéria quadruplicará a produção nacional de concentrado de urânio e aumentará em 10% a produção brasileira de fosfatados.

Outro empreendimento relevante da empresa é a instalação de uma unidade de mineração de fosfato em Serra do Salitre, em Minas Gerais. A produção inicial vai ser de 400 mil toneladas de concentrado fosfático, podendo chegar a 500 mil toneladas anuais, já no terceiro ano, o que garantirá a expansão das atividades da empresa na Região Centro (Sudeste e Centro-Oeste).

Com investimento estimado em R$ 230 milhões, a previsão é que a unidade entre em operação em 2011. No empreendimento, a Galvani aplicará tecnologias desenvolvidas pela empresa em unidades que opera em Minas Gerais e na Bahia, além de outras já empregadas no setor.

Atuação social

A preocupação da Galvani vai além da produção de fertilizantes. Para fortalecer o relacionamento com as comunidades onde atua, a empresa busca constantemente ampliar seu envolvimento com a sociedade por meio de ações de incentivo a projetos que resgatam a cultura brasileira e as vocações locais.

Em 2003 criou o Instituto Lina Galvani com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas localidades onde a empresa atua, identificando e apoiando os processos que levem ao desenvolvimento comunitário.

Os projetos desenvolvidos pelo Instituto são: Programa Servindo utiliza a formação gastronômica para inclusão social de jovens e adultos no mercado de trabalho na capital paulísta; Viva Betel – Karatê, em Paulínia/SP, busca integrar a comunidade do bairro por meio da prática do karatê. Conhecendo uma Empresa, auxilia na orientação de adolescentes em relação à escolha profissional nas comunidades de Paulínia e Luís Eduardo Magalhães/BA; Café com o Instituto, técnica de aproximação com as comunidades onde a Galvani está presente; Parque Fioravante Galvani, primeiro Centro de Conservação e Educação Ambiental do Cerrado Baiano. As informações são da assessoria de imprensa da Galvani.

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