Indústria do fumo decide remunerar pelo salário-mínimo
A indústria do tabaco e os fumicultores do RS estão próximos de um acordo
A indústria do tabaco e os fumicultores do Rio Grande do Sul estão próximos de um acordo em relação custo da mão-de-obra, que equivale a cerca de 50% do custo das lavouras. A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) demonstra interesse em aceitar a proposta do Sindicato da Indústria do Fumo (Sindifumo), de corrigir valores correspondentes aos salários dos empregados nas lavouras do setor, na mesma proporção que a variação do salário-mínimo.
Desde a safra 2003/04, a indústria usa o INPC para corrigir a o preço do fumo. Já a Afubra se baseia na remuneração dos produtores terceirizados que recebem R$ 30,00 por dia, em média. "O índice do salário-mínimo é o mais próximo do valor da mão-de-obra", diz o diretor-secretário da Afubra, Romeu Schneider.