A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em baixa, a posição julho oscilou entre a máxima +1,50 pontos e mínima de -0,90 fechando com -0,20 acumulando na semana +4,30 pts.
O dólar comercial fechou o dia em queda de 0,78%, cotado a R$ 4,0160. Na semana, a moeda acumulou queda de 2,09%, após seis altas semanais seguidas. No país, as declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que poderia renunciar caso a reforma da Previdência se desconfigurasse muito no Congresso, acenderam um sinal de alerta. Também há dúvidas quanto aos desdobramentos que podem vir das manifestações pró-governo marcadas para domingo (26).
Conforme indica a Somar Meteorologia, a semana termina com tempo nublado, chuva e temperaturas mais baixas entre o Sul, São Paulo e Minas. No final desta sexta-feira, a chuva se esvai, dando lugar a uma massa de ar de origem polar, que deve reduzir a temperatura entre hoje e a noite de sábado. No sul do país a temperatura é próxima de zero nos pontos mais altos da Região. O sudeste deve começar sábado com geada no topo da Serra da Mantiqueira. Na maioria das plantações de café, a temperatura deve cair, mas não há risco de geada.
A safra de café do Brasil deverá alcançar 59,3 milhões de sacas de 60 kg em 2019/20, informou relatório de adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) em São Paulo. A previsão representa um recuo de 8,5% em relação à safra recorde registrada em 2018/19. Isso porque a temporada 2019/20 é de baixa no ciclo bienal da produção de café arábica no Brasil, o que resulta normalmente em rendimentos menores que os do ano anterior. Ainda assim, os participantes do mercado esperam uma grande safra brasileira para um ano de baixa, com a previsão do adido se colocando na parte mais alta do intervalo das estimativas.
O processo de fermentação é comum em bebidas, principalmente nas que possuem teor alcoólico. O uso de microrganismos pode adicionar atributos aos produtos, como qualidade e sabor. Acompanhando a tendência de se agregar mais saúde ao que consumimos, cresce o interesse por bebidas fermentadas como o Kefir e a Kombucha, com probióticos que trazem mais equilíbrio ao organismo. E a fermentação foi, inclusive, parar na bebida mais consumida no mundo: o café. Na UFLA, diversas pesquisas sobre a relevância de microrganismos na fermentação do café têm sido realizadas há mais de 20 anos pelo Núcleo de Estudos em Fermentações (Nefer), do setor de Microbiologia Agrícola do Departamento de Biologia (DBI), sob a coordenação da professora Rosane Freitas Schwan. “Nós estudamos os microrganismos do café para saber qual é sua influência na qualidade da bebida final e, depois de muito pesquisar, conseguimos chegar a leveduras selecionadas que conseguem impulsionar mais sabor ao café.