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Juarez Morbini avalia eleição do CREA-RS

Morbini destacou o caráter democrático do processo


Foto: Divulgação

Encerradas as eleições do Sistema Confea/Crea e Mútua, os candidatos ligados à atual administração venceram tanto no âmbito nacional quanto no Rio Grande do Sul. A avaliação é do engenheiro agrônomo Juarez Morbini Lopez, coordenador da Câmara Especializada de Agronomia do CREA-RS, que comentou o resultado do pleito e reforçou a expectativa de que a categoria tenha maior participação nas decisões institucionais nos próximos anos.

Segundo Juarez Morbini Lopez, "encerradas as eleições para o Confea e para o CREA do Rio Grande do Sul, verificamos a vitória, tanto no Confea quanto no Rio Grande do Sul, dos candidatos da situação". No plano nacional, o ex-presidente Vinicius Marchese foi reconduzido ao cargo, enquanto no Rio Grande do Sul o engenheiro Fábio Chaves, apoiado pela diretoria atual, foi eleito presidente do CREA-RS. Para o coordenador da Câmara de Agronomia, a expectativa é que a nova gestão "dê seguimento às atividades desenvolvidas nos últimos anos pela presidente Nanci e que o Conselho continue sendo bem representado nos próximos anos".

Juarez também aproveitou sua avaliação sobre o pleito para reforçar uma demanda da categoria que representa. "Esperamos, como coordenador da Câmara de Agronomia, que a nossa Câmara também seja bastante ouvida, para que as ações necessárias às políticas profissionais sejam atendidas", afirmou. A fala reflete a expectativa de que os agrônomos tenham voz mais ativa nas pautas institucionais do CREA-RS na gestão que assume em janeiro de 2027.

Sobre a Mútua-RS, caixa de assistência dos profissionais do Sistema, o coordenador destacou a qualificação dos eleitos em um processo que renovou toda a diretoria. "Os candidatos apoiados pela atual direção são pessoas muito competentes", avaliou, lembrando que os três diretores que encerram o mandato não poderiam concorrer à reeleição em razão do tempo de atividade previsto em lei. Segundo ele, assumem agora "pessoas altamente capacitadas", caso do colega Fábio Fanfa, também da Câmara de Agronomia, eleito diretor-administrativo, e de Marco Aurélio Caminha Júnior, eleito diretor-geral e descrito por Juarez como "um profissional de gabarito", que deve "levar a Mútua ao lugar que ela merece". Para o coordenador, os demais diretores eleitos também devem contribuir para que a Mútua "seja bem representada no Estado do Rio Grande do Sul".

Ao concluir sua avaliação, Juarez Morbini Lopez destacou o caráter democrático do processo. "Chegamos ao fim de uma eleição sem nenhum problema; todos foram eleitos democraticamente, e esperamos que, no exercício de suas atividades, tenham amplo sucesso", disse. Ele agradeceu a colaboração de todos os envolvidos e observou que a eleição deste ano teve participação "um pouco mais significativa do que nos anos anteriores", ainda que, em suas palavras, "a participação ainda não seja aquela que gostaríamos". Segundo dados divulgados pelo Confea/Crea, 141.151 profissionais votaram em todo o país — 18,86% dos 748.594 eleitores aptos —, enquanto no Rio Grande do Sul, de acordo com levantamento da entidade, 7.723 dos 46.026 eleitores habilitados registraram voto.

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