Justiça Federal liberta diretores do Frigorífico Margen

Agronegócio

Justiça Federal liberta diretores do Frigorífico Margen

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Toda a diretoria do Frigorífico Margen está em liberdade e poderá entrar no ano novo na companhia de parentes e amigos. Nesta quinta-feira (30-12), a Justiça Federal libertou mais quatro empresários que estavam desde o dia 1º de dezembro sob custódia da delegacia da Polícia Federal em São Paulo, acusados de sonegação de tributos federais, estaduais e municipais.

Na sexta-feira da semana passada, a PF concluiu inquérito que investigou a participação do grupo em tráfico de influência, formação de quadrilha, fraude, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. A diretoria do Margen foi localizada pela PF em Rio Verde (GO), durante a denominada Operação Perseu, que caçou pelo país empresários envolvidos em crimes de sonegação. Contra o grupo pesa a acusação de um golpe de aproximadamente R$ 150 milhões.

Foram libertados: Maurício Suaiden Júnior, José Adilson Melan, Jericó Pedro Ferreira e Cláudio Meira Campos Arruda. A Justiça Federal apresentou o alvará de soltura no início da tarde. Anteontem à noite, já havia sido ordenada a libertação dos quatro dirigentes que estavam presos em Goiânia (GO): Mauro Suaiden, Ney Agilson Padilha, Geraldo Prearo e Milton Prearo.

Suaiden, Padilha e os irmãos Prearo foram libertados após a decisão do juiz federal de Campo Grande, Jean Marcos Ferreira. O juiz federal de Goiânia, Leão Aparecido Alves emitiu a ordem de soltura dos proprietários do grupo. Durante a Operação Perseu, da PF, foram detidos, além dos soltos anteontem, os diretores Luiz Carlos Furlan, Fábio Luiz Dutra da Silva e Luiz Antônio de Farias Camargo.

O diretor comercial do frigoríficos, Wagner Cyrne Diniz, não comentou o assunto com jornalistas o assunto e disse que todas as decisões ‘voltarão a ser comunicadas pelos diretores’. Diniz não confirmou se a empresa reverterá a demissão de 11 mil funcionários nas 21 unidades no país, iniciada no dia 28. A readmissão era uma das propostas da empresa caso os diretores fossem soltos.


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