Um grupo de 31 trabalhadores rurais foram resgatados de uma fazenda em Balsas, no Sul do Maranhão, por estarem submetidos a condições degradantes de vida e de trabalho, análogas a escravidão de acordo com a legislação. Um deles era menor de 18 anos.
A operação coordenada por auditores-fiscais do Trabalho, integrantes do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) do Ministério da Economia, apurou que o grupo atuava em uma fazenda de soja construindo cercas, limpando e preparando o solo para o plantio. Os trabalhadores estavam sem registro, alojados em sete barracos de lona e palha, erguidos com estacas de madeira, com cobertura de lona plástica e palha no piso de chão batido e sem proteção lateral. Eles tomavam banho e faziam as necessidades fisiológicas em meio à vegetação. A água que usavam para higiene e consumo era extraída de um rio próximo, sem tratamento e armazenada em galões impróprios.








