Mercado de Commodities
A quarta-feira apontou recuperação nos preços da soja na Bolsa de Chicago
Também destaca a larga utilização de tecnologia de ponta para aumentar a produtividade, a partir da agricultura de precisão: máquinas aparelhadas com GPS, que identificam os locais onde o solo deve ser mais adubado.
Consoante estimativa, o Brasil deverá colher 82,6 milhões de toneladas e segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), os Estados Unidos deverão colher 77,8 milhões de toneladas.
A FAO lembra que o Brasil é o único produtor mundial que possui potencial para expansão.
A quarta-feira (30) apontou recuperação nos preços da soja na Bolsa de Chicago após dias de volatilidade. O pano de fundo é o clima na América do Sul. Com isso, os contratos de soja para o primeiro vencimento, março/13 foram negociados a US$ 32,60 por saca, ganho de US$ 0,69 por saca sobre o preço praticado na segunda-feira (28) de US$ 31,91 por saca.
No caso do milho, a questão climática na América do Sul, principalmente na Argentina, impulsionaram os preços internacionais. Os contratos para março/13 fecharam a US$ 17,48 por saca.
O mercado do trigo acompanhou os mercados da soja e do milho e fechou em alta, com março cotado a US$ 17,33 por saca.
Já no mercado paranaense, o preço da soja assinalou queda, passando de R$ 58,89 (28.01) para R$ 57,89 por saca (30.01), com realização de pouco negócios. O mercado do milho, com o olhar na colheita, aponta preços estáveis, com média paranaense de R$ 26,25 por saca. E o trigo prossegue em sua escalada de alta, com média estadual de R$ 40,26 por saca.