O mercado do trigo segue dividido entre a pressão externa provocada pela entrada da safra do Hemisfério Norte e a sustentação dos preços no Brasil, onde os estoques seguem ajustados e a necessidade de importação ganha peso para o segundo semestre. Segundo análise da TF Agroeconômica, o foco dos agentes deve estar menos em movimentos pontuais de Chicago e mais na gestão gradual de vendas, compras e coberturas diante da volatilidade climática e cambial.
Mercado do trigo exige cautela nas decisões
Para cooperativas e cerealistas, a recomendação é aproveitar períodos de pressão
Por Leonardo Gottems
08/06/2026 07h27 · Fonte: Agrolink


