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Milho fecha misto com mercado cauteloso

Na B3, os contratos futuros fecharam de forma mista


Na B3, os contratos futuros fecharam de forma mista Na B3, os contratos futuros fecharam de forma mista - Foto: Canva

O mercado de milho encerrou a quarta-feira com comportamento moderado, marcado por ajustes pontuais nos contratos futuros e liquidez reduzida nas principais praças do Sul e do Centro-Oeste. As informações são da TF Agroeconômica, que aponta influência da queda do dólar sobre as cotações e cautela dos agentes diante das condições das lavouras em diferentes estados.

Na B3, os contratos futuros fecharam de forma mista, com pequenos ajustes negativos em parte das posições e altas leves nas demais. O mercado ainda considera a possibilidade de quebra de safra mais adiante, mas a avaliação segue diária, o que mantém os preços praticamente lateralizados dentro de uma faixa estreita de variação. O vencimento julho de 2026 terminou a R$ 66,95, com baixa de R$ 0,25 no dia. Setembro de 2026 fechou a R$ 69,77, avanço de R$ 0,04, enquanto novembro de 2026 encerrou a R$ 72,70, alta de R$ 0,06.

No Rio Grande do Sul, a liquidez segue baixa, com negócios pontuais e compradores abastecidos. As indicações variam entre R$ 56,00 e R$ 65,00 por saca, com média estadual de R$ 58,08, leve recuo semanal de 0,07%. A reposição pontual de estoques e a menor pressão de venda ajudam a sustentar as cotações, embora o ritmo comercial permaneça lento.

Em Santa Catarina, o mercado também opera com pouca movimentação. As pedidas seguem próximas de R$ 70,00 por saca, enquanto a demanda gira em torno de R$ 65,00, reduzindo o volume de negócios. A oferta interna permanece relativamente ajustada, mas a postura defensiva dos compradores limita avanços, em meio à atenção aos custos de produção e à dependência de milho de outras regiões.

No Paraná, os estoques elevados e a expectativa de segunda safra robusta continuam pressionando o mercado. As indicações ficam perto de R$ 65,00 por saca, com demanda ao redor de R$ 60,00 CIF. Em Mato Grosso do Sul, a maior disponibilidade reforça a cautela, com preços entre R$ 51,00 e R$ 53,00 por saca e quedas mais fortes em Campo Grande e Sidrolândia.
 

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