Nutrição define desempenho do algodão
O manejo de micronutrientes também exige atenção
O manejo de micronutrientes também exige atenção - Foto: Canva
A nutrição adequada do algodão entre a floração e a formação das maçãs é decisiva para o desempenho da lavoura, com impacto direto na retenção das estruturas reprodutivas, no enchimento das cápsulas, no peso final e na qualidade da pluma. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, a produção brasileira neste ano deve superar 4 milhões de toneladas, com exportação estimada em 3,06 milhões de toneladas e 730 mil toneladas destinadas ao consumo interno.
Bruno Neves, gerente de marketing e técnico da BRQ Brasilquímica, avalia que a formação das maçãs é uma das etapas mais sensíveis do ciclo do algodão. Segundo ele, deficiências nutricionais podem provocar abortamento de estruturas reprodutivas, menor retenção de frutos e redução no peso final da pluma. Entre os nutrientes, o enxofre participa da produção de aminoácidos e proteínas, o nitrogênio contribui para a formação das maçãs e a fotossíntese foliar, enquanto o potássio atua na retenção, no enchimento e no alongamento da fibra.
O manejo de micronutrientes também exige atenção. O boro está ligado à formação da parede celular e ao pegamento das flores, ajudando a reduzir perdas por abortamento. Cálcio e manganês contribuem para fortalecer a parede da maçã e favorecer o peso das estruturas. A BRQ Brasilquímica afirma que o planejamento deve considerar análise de solo, monitoramento foliar e estratégia de aplicações, destacando soluções como o QualyFol Boro 10 e o QualyFol SK 30.30 para fornecimento de boro, enxofre e potássio em fases críticas da cultura.
“A BRQ investe na união de eficiência nutricional, facilidade de aplicação e impacto direto nas etapas críticas do ciclo produtivo. Oferecer soluções cada vez mais tecnológicas para que os produtores tenham boa produtividade e alto desempenho, sempre contribuindo para a sustentabilidade e a competitividade do setor”, completa o CEO da BRQ.