Pesquisadores da Nova Zelândia conhecem sistemas de produção sustentáveis

Agronegócio

Pesquisadores da Nova Zelândia conhecem sistemas de produção sustentáveis

Grupo de pesquisadores e estudantes da Universidade de Lincoln visitou a Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos (SP) nesta segunda-feira
Por:
77 acessos

Um grupo de pesquisadores e estudantes da Universidade de Lincoln (Nova Zelândia) visitou a Embrapa Pecuária Sudeste, de São Carlos (SP), nesta segunda-feira, 10 de dezembro.   

No campo, os alunos da Faculdade de Agronegócio da universidade estrangeira conheceram a vitrine de forrageiras, com 30 cultivares diferentes, o sistema de produção de leite e a área de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), onde são desenvolvidas pesquisas focadas em produção agropecuária sustentável e bem-estar animal.

A delegação foi recebida pelo chefe-administrativo, Marco Aurélio Bergamaschi, pela pesquisadora Patrícia Menezes Santos e pelo supervisor do setor de Transferência de Tecnologia, José Alberto Portugal.

O grupo, que chegou ao Brasil em novembro e permanece até o dia 16 de dezembro, está no país para um intercâmbio educacional e cultural com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).

Segundo a professora Helaine Carrer, presidente da Comissão de Relações Internacionais da Esalq, o objetivo da visita à Embrapa era apresentar pesquisas com forrageiras, tecnologias desenvolvidas pela unidade e diferentes sistemas de produção pecuária.

O estudante Josh Kirk contou que na Nova Zelândia a criação de gado também é focada em pastagens. A diferença com o Brasil é que as fazendas de lá são pequenas propriedades e espécies diferentes de pastagens.

Intercâmbio

A Faculdade tem programas de intercâmbio com foco no agronegócio com a Indonésia e a China. Este foi o primeiro ano no Brasil. Durante a viagem de estudos, o grupo participa de seminários, palestras e visitas técnicas a fazendas e unidades de pesquisa.

Visitas internacionais

Em 2018, a Embrapa Pecuária Sudeste triplicou o número de visitas internacionais recebidas em relação a 2017. De acordo com levantamento feito pelo centro de pesquisa, com a visita do grupo neozelandês foram 23 delegações estrangeiras. Na semana passada, a unidade recebeu pesquisadores do Rothamsted Research, do Reino Unido.

Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink