Programa pretende desenvolver o Cerrado
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Imagem: Divulgação Mapa

SUSTENTABILIDADE

Programa pretende desenvolver o Cerrado

Fontes para o Futuro vai contribuir para o desenvolvimento rural sustentável local
Por: -Eliza Maliszewski
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O bioma Cerrado é um dos mais ricos e antigos do planeta, com mais de 12 mil espécies de plantas catalogadas e mais de 2,5 mil espécies de animais.  É o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de mais de 2 milhões de quilômetros quadrados, cerca de 25% do território nacional. Abrange os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, o Distrito Federal e partes de São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Piauí e Bahia.

A partir de meados da década de 1970, as tecnologias geradas para o aproveitamento do Cerrado começaram a ser empregadas, o que possibilitou aumentos nos índices de produtividade e viabilizou a abertura de novas áreas anteriormente consideradas improdutivas, tornando a região uma grande produtora.

A chamada savana brasileira contará com um programa para o desenvolvimento da aricultura sustentável, um dos pilares do agronegócio e da economia brasileira. Na última sexta-feira (11), Dia do Cerrado, a ministra Tereza Cristina e o Instituto Espinhaço lançaram o programa Fontes para o Futuro. 

A iniciativa pretende revitalizar as bacias hidrográficas e a segurança hídrica, a revitalização das microbacias do Córrego Pasmado e do Ribeirão São Vicente e da sub-bacia do Rio Urucuia, um dos principais contribuintes para a Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, favorecendo a produção agrícola e o desenvolvimento sustentável, além de implementar a Agenda 2030 e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável."A agricultura brasileira conquistou sua produtividade no bioma do Cerrado. Temos que lmbrar que produção e conservação do Cerrado devem andar de mãos dadas, sempre em busca da sustentabilidade”, destacou a ministra.

A implantação do programa Fontes para o Futuro será feita a partir da articulação de iniciativas entre o setor privado, o poder público e o terceiro setor, por meio da transferência de tecnologias e conhecimentos para a recuperação de pastagens degradadas e áreas estratégicas para o aumento do potencial hídrico, com inovação e diversificação produtiva, ações de conservação do solo e da água e negócios de impacto social.
 


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