Está em prática, desde 1992 o Protocolo de Kyoto, trata-se de um acordo entre países que estão dispostos a reduzir a emissão de gases poluentes na atmosfera, entre eles, o gás carbônico uma vez que estes são responsáveis pelo efeito estufa e o aquecimento global. Desde o acordo começou uma corrida contra o tempo para que se pudesse elaborar e executar projetos que venham a favorecer o planeta nesta nova jornada. Conheça o que é o protocolo de Kyoto e saiba como este programa pode salvar a Terra.
O Protocolo de Kyoto entrou oficialmente em vigor no dia 16 de fevereiro de 2005, após ter sido discutido e negociado em 1997, na cidade de Kyoto (Japão). No documento, há um cronograma em que os países envolvidos são obrigados a reduzir, em 5,2%, a emissão de gases poluentes, entre os anos de 2008 e 2012 (primeira fase do acordo). Os gases citados no acordo são: dióxido de carbono, gás metano, óxido nitroso, hidrocarbonetos fluorados, hidrocarbonetos perfluorados e hexafluoreto de enxofre. Estes últimos três são eliminados principalmente por indústrias.
Os principais emissores desses poluentes são os países com alto índice de desenvolvimento, devido a grande quantidade de indústrias instaladas nestes locais.
No entanto o protocolo sugere ações comuns como, por exemplo: Aumento no uso de fontes de energias limpas tais como biocombustíveis, energia eólica, biomassa e solar. Proteção de florestas e outras áreas verdes. Otimização de sistemas de energia e transporte, visando o consumo racional.
Também a diminuição das emissões de metano, presentes em sistemas de depósito de lixo orgânico.
Os especialistas em clima e meio ambiente, esperam que o sucesso do Protocolo de Kyoto possa diminuir a temperatura global entre 1,5 e 5,8º C até o final do século XXI. Desta forma, o ser humano poderá evitar as catástrofes climáticas de alta intensidade que estão previstas para o futuro.
As metas de redução não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados para os 38 países que mais emitem gases. Países em franco desenvolvimento (como Brasil, México, Argentina e Índia) não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.
Já os Estados Unidos que é um dos maiores emissores de poluentes na atmosfera, negou-se a participar do tratado, alegando que este era um investimento capaz de interferir negativamente no crescimento da economia Norte Americana e ainda questionou a teoria de que gases emitidos pelo homem sejam capazes de elevar a temperatura do planeta.
Um grande aliado nessa luta é o reflorestamento e a manutenção das áreas florestais. Dessa forma, o carbono que vai para a atmosfera resultado das ações humanas são “sequestrados” pelas árvores e tornam o clima não tão sufocante. Um exemplo de que preservar pode ser um bom negócio para o clima e para o bolso do homem é, em Mato Grosso - estado que faz parte da Amazônia Legal - o projeto Poço de Carbono Juruena. Nele, os índios da etnia Rikbaktsa, patrocinado pela Petrobras, aliam valor ao produto ganhando maior sustentabilidade com a floresta em pé do que com a mata derrubada.
O Protocolo de Kyoto entrou oficialmente em vigor no dia 16 de fevereiro de 2005, após ter sido discutido e negociado em 1997, na cidade de Kyoto (Japão). No documento, há um cronograma em que os países envolvidos são obrigados a reduzir, em 5,2%, a emissão de gases poluentes, entre os anos de 2008 e 2012 (primeira fase do acordo). Os gases citados no acordo são: dióxido de carbono, gás metano, óxido nitroso, hidrocarbonetos fluorados, hidrocarbonetos perfluorados e hexafluoreto de enxofre. Estes últimos três são eliminados principalmente por indústrias.
Os principais emissores desses poluentes são os países com alto índice de desenvolvimento, devido a grande quantidade de indústrias instaladas nestes locais.
No entanto o protocolo sugere ações comuns como, por exemplo: Aumento no uso de fontes de energias limpas tais como biocombustíveis, energia eólica, biomassa e solar. Proteção de florestas e outras áreas verdes. Otimização de sistemas de energia e transporte, visando o consumo racional.
Também a diminuição das emissões de metano, presentes em sistemas de depósito de lixo orgânico.
Os especialistas em clima e meio ambiente, esperam que o sucesso do Protocolo de Kyoto possa diminuir a temperatura global entre 1,5 e 5,8º C até o final do século XXI. Desta forma, o ser humano poderá evitar as catástrofes climáticas de alta intensidade que estão previstas para o futuro.
As metas de redução não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados para os 38 países que mais emitem gases. Países em franco desenvolvimento (como Brasil, México, Argentina e Índia) não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.
Já os Estados Unidos que é um dos maiores emissores de poluentes na atmosfera, negou-se a participar do tratado, alegando que este era um investimento capaz de interferir negativamente no crescimento da economia Norte Americana e ainda questionou a teoria de que gases emitidos pelo homem sejam capazes de elevar a temperatura do planeta.
Um grande aliado nessa luta é o reflorestamento e a manutenção das áreas florestais. Dessa forma, o carbono que vai para a atmosfera resultado das ações humanas são “sequestrados” pelas árvores e tornam o clima não tão sufocante. Um exemplo de que preservar pode ser um bom negócio para o clima e para o bolso do homem é, em Mato Grosso - estado que faz parte da Amazônia Legal - o projeto Poço de Carbono Juruena. Nele, os índios da etnia Rikbaktsa, patrocinado pela Petrobras, aliam valor ao produto ganhando maior sustentabilidade com a floresta em pé do que com a mata derrubada.