Robôs coletores trabalham no cultivo de tomate em estufa
O robô colhedor já consegue “pegar” os tomates pelo caule, não esmagando a fruta
Foto: Divulgação
Os robôs agrícolas são máquinas autônomas utilizadas para melhorar a qualidade e eficiência da operação, além disso, o equipamento reduz também a dependência do trabalho manual, aumentando a produtividade geral da colheita. No cultivo de tomate, não é diferente, só que desta vez ao invés da colheita tradicional, os “funcionários” do futuro fazem a coleta em estufas.
Pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH) na Rússia, trabalham na automação da colheita de tomate há cerca de dois anos. O objetivo do projeto é desenvolver um robô de separação moderno baseado em robótica, processamento de imagem e inteligência artificial (IA) que também possa ser usado em outras áreas.
O pesquisador da ETH, Till Karbacher, forneceu informações sobre a situação e os resultados da pesquisa até o momento. "Em média, leva um total de 2.815 horas de trabalho para cultivar um hectare por ano. Um robô, por outro lado, opera 4.246 horas por ano, incluindo trabalho noturno. Portanto, um único robô de colheita consegue a produção necessária para 1,5 hectares, podendo substituir 3,5 funcionários”, explica o pesquisador.
O trabalho de pesquisa está, sem dúvida, dando frutos: graças ao processamento de imagens e a inteligência artificial, o robô colhedor já consegue “pegar” os tomates pelo caule, não esmagando a fruta.
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