Saúde intestinal ganha peso na produtividade suína
O intestino é responsável por absorver os nutrientes
O intestino é responsável por absorver os nutrientes - Foto: Pixabay
A saúde intestinal tem ganhado espaço como um dos principais indicadores de produtividade na suinocultura. Além do ganho de peso e da conversão alimentar, o equilíbrio da microbiota passou a ser observado por sua relação com a absorção de nutrientes, a uniformidade dos lotes e o desempenho dos animais.
O intestino é responsável por absorver os nutrientes que transformam a alimentação em crescimento. Quando há desequilíbrio da microbiota ou desafios sanitários, parte da energia que seria destinada ao desenvolvimento passa a ser usada pelo organismo no combate a processos inflamatórios. Com isso, o ganho de peso pode cair, a conversão alimentar piorar e os lotes ficar menos uniformes.
Entre os principais agentes envolvidos estão as infecções por Escherichia coli, bactéria Gram-negativa associada a problemas entéricos em suínos. As ocorrências são mais comuns na fase de creche, marcada pelo desmame, mudanças na dieta, adaptação ao ambiente e estresse. Esses fatores favorecem a proliferação bacteriana e aumentam o risco de diarreias e perdas produtivas.
Segundo Amanda Tochetto, coordenadora de produtos da MCassab Nutrição e Saúde Animal, os sinais de desequilíbrio intestinal incluem diarreias recorrentes, baixo ganho de peso e maior desuniformidade. O controle depende de ações combinadas de manejo, biosseguridade, nutrição equilibrada e redução da pressão bacteriana intestinal.
Para esses casos, a MCassab desenvolveu o HalquiPAC, composto por 60% de halquinol e indicado como melhorador de desempenho e terapêutico no controle de Escherichia coli em suínos. Conforme a empresa, o produto ajuda a manter a integridade da mucosa intestinal e o equilíbrio da microbiota, favorecendo o aproveitamento dos nutrientes, a estabilidade dos lotes e o desempenho zootécnico.