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Sindiveg define nova diretoria e reforça uso responsável de defensivos agrícolas

Sindiveg terá Antonio Mauricio Haddad Marques na presidência até 2029


Foto: Divulgação

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) oficializou a formação de sua nova diretoria para o triênio 2026-2029. Segundo informações divulgadas pela entidade, a nova composição terá como uma de suas prioridades consolidar a representação institucional do setor e ampliar a defesa de práticas seguras e responsáveis no uso de defensivos agrícolas.

No Conselho de Administração, a presidência ficará com Antonio Mauricio Haddad Marques, da Bequisa. A vice-presidência será exercida por Júlio Borges Garcia, da Ihara. Também passam a integrar o grupo Cristiano Campos de Figueiredo, da UPL, como 1º conselheiro; Alexandre Gobbi, da Sipcam Nichino Brasil, como 2º conselheiro; Humberto Amaral, da Nortox, como 3º conselheiro; e Thaís Balbão Clemente Bueno de Oliveira, da Ourofino Química, como 4ª conselheira.

A estrutura contará ainda com Andrey Gyorgy Filgueira de Araújo, da Adama, e Luis Henrique Rahmeier, da Sumitomo, na condição de suplentes.

Além das funções no conselho, a diretoria executiva da entidade será composta em conjunto com Sebastian Luth, da Helm do Brasil; Bertrand Jean Marie Desbrosses, da Gowan Produtos Agrícolas; e Renato Francischelli, da Ascenza Agro.

Na área de fiscalização, o Sindiveg terá Luis Carlos Cerresi, da UPL; Massaki Hassuike, da ISK Biosciences do Brasil; e Leandro Alves Martins, da Sipcam Nichino Brasil, como integrantes do Conselho Fiscal. Na suplência, ficam Sergio Watanabe, da Ihara, e Carlos Henrique Zago, da Adama.

A entidade também definiu seus representantes junto à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). João Sereno Lammel, da Ihara, será o delegado titular, enquanto Imero Padula, da Oxiquímica, atuará como suplente.

De acordo com o Sindiveg, a gestão que inicia agora pretende sustentar sua atuação em informações estatísticas e respaldo científico, ao mesmo tempo em que busca estimular boas práticas relacionadas à aplicação e ao manejo de defensivos agrícolas. A sinalização da entidade é de reforço técnico e institucional em temas considerados estratégicos para a indústria de produtos para defesa vegetal.

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