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Sorgo ganha espaço na diversificação agrícola gaúcha

Sorgo avança, mas falta de chuva preocupa produtores


Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (29) aponta o andamento das lavouras de sorgo em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com destaque para Bagé e Santa Maria. Na regional de Bagé, as áreas cultivadas em São Borja “apresentam bom desenvolvimento”, segundo o boletim, embora produtores relatem preocupação com a sequência de dias sem precipitação adequada. No município, a área plantada soma 5.000 hectares, com 70% das lavouras em fase reprodutiva e 30% em desenvolvimento vegetativo. Os tratos culturais, como aplicação de herbicidas e Inseticidas e a adubação de cobertura, já foram concluídos.

Ainda na regional de Bagé, em Quaraí, o informativo registra que 20% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 50% em floração e 30% em enchimento de grãos, indicando avanço do ciclo produtivo no município.

Na região administrativa de Santa Maria, a Emater/RS-Ascar informa que a área projetada com sorgo é de 1.786 hectares. Desse total, 628 hectares são destinados ao sorgo forrageiro, voltado principalmente à alimentação animal, enquanto o restante corresponde ao sorgo granífero, direcionado à produção de grãos. De acordo com o informativo, a cultura “tem assumido um papel estratégico nos sistemas produtivos regionais”, especialmente em propriedades que buscam a diversificação como forma de maior estabilidade produtiva diante de cenários de estresse hídrico. O documento destaca ainda que a rusticidade e a eficiência no uso da água “conferem maior segurança para a produção de grãos e forragem”.

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