SP: usinas calculam prejuízos com canaviais tombados na região de Araçatuba
Cana tombada têm provocado dificuldades na colheita
O Grupo Clealco, com usinas em Clementina, Queiroz e Penápolis não ficou imune à forte ventania. Em entrevista à TV UDOP, o Diretor Agrícola do Grupo, Cassio Paggiaro disse que não sabia precisar o tamanho da área de cana tombada. "Isso aconteceu com a cana mais pesada, que será colhida até junho, julho, por isso, a perda não deve ser tão grande", comentou Paggiaro.
E essa cana tombada provoca dificuldades na colheita e, assim, prejuízos para a usina. "Será mais difícil colher essa cana porque a posição dela não é a ideal para a máquina. Então, levará mais tempo, o que atrapalha a agilidade da produção. Fora isso, a cana irá com mais impurezas vegetais e minerais para a indústria", explicou.
Apesar do vento, a chuva trouxe benefícios para os canaviais. Segundo o Diretor, o mês de abril teve, em média, o dobro da quantidade normal de chuva para o período na região. "Essa chuva vai nos ajudar a manter a estimativa bem melhor do que a do ano passado. Nós estamos estimando em torno de oito toneladas a mais por hectare", concluiu Paggiaro.