O professor Bruno Botelho Saleh, do Instituto Federal Goiano (Ifego), calcula uma redução de 40% no custo da impermeabilização das lagoas de dejetos de suínos ao se utilizar a técnica alternativa. Segundo ele, dependendo das dimensões, a redução chega a R$ 25 mil em até três lagoas juntas.
As lagoas de estabilização da Granja-Escola Fesurv foram construídas em 2004. Segundo o gestor técnico da granja-escola, professor Alencar Mendonça, a técnica, que ainda demanda pesquisa, poderá trazer uma mudança de paradigma na suinocultura. “Estamos monitorando. Após quatro anos, limpamos as piscinas e verificamos que elas não deixaram vazar nada. Geralmente, a impermeabilização com polietileno tem de ser refeita de quatro em quatro anos. Calculamos que a nova técnica tenha uma vida útil de, no mínimo, 20 anos.”
Agricultores e pecuaristas também poderão ser beneficiados pela nova técnica na suinocultura, já que os dejetos, que permanecem nas lagoas para o processo de curtimento, deverão ser direcionados para a fertilização do solo.
As lagoas de estabilização da Granja-Escola Fesurv foram construídas em 2004. Segundo o gestor técnico da granja-escola, professor Alencar Mendonça, a técnica, que ainda demanda pesquisa, poderá trazer uma mudança de paradigma na suinocultura. “Estamos monitorando. Após quatro anos, limpamos as piscinas e verificamos que elas não deixaram vazar nada. Geralmente, a impermeabilização com polietileno tem de ser refeita de quatro em quatro anos. Calculamos que a nova técnica tenha uma vida útil de, no mínimo, 20 anos.”
Agricultores e pecuaristas também poderão ser beneficiados pela nova técnica na suinocultura, já que os dejetos, que permanecem nas lagoas para o processo de curtimento, deverão ser direcionados para a fertilização do solo.