Bula Advance

acessos
Diuron + Hexazinone
1595
Ouro Fino

Composição

Diurom 533 g/kg Uréia
Hexazinona 67 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea nil)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea nil)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3,5 L p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3,5 L p.c./ha 350 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 150 dias. Aplicar em pós-emergência das plantas infestantes

Tipo "buek" metálicas, de plástico contendo: 1000, 2000, 5000, 10000, 20000 Kg.
Sacos multifoliados, metálicos, hidrossolúveis, de plástico, de papel, de nylon/poli, caixas e barricas de papelão, bombonas plásticas, bombonas hidrossolúveis e tambores metálicos contendo: 1; 2; 3; 4; 5; 10; 15; 20; 25 e 50 kg.
Embalagens tipo minibulk metálicas, de fibra de plástico contendo: 100; 200; 300; 400 e 500 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
ADVANCE é um herbicida apresentado na forma de granulado dispersível para o controle seletivo de plantas infestantes em pós-emergência e pré-emergência na cultura da cana-de-açúcar.
É prontamente absorvido pelas raízes e através das folhas das plantas infestantes, mostrando ação de contato e residual. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo.

CULTURA, PLANTAS INFESTANTES E DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

RESTRIÇÕES ESTADUAIS: De acordo com o aprovado pelos órgãos estaduais competentes.

DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ADVANCE é recomendado para aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em
cana soca, nas doses de 2,0 à 3,5 kg/ha.
As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. As menores doses próximas a 2,0 kg/ha devem ser aplicadas em condições de solos extremamente arenosos.
Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante.
Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das ervas e/ou solo, é fundamental para se obter um bom controle das invasoras. Em estádios de desenvolvimento mais avançados da cultura, ou quando o porte da cana soca estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes, recomenda-se aplicação em jato dirigido, evitando-se o efeito "guarda-chuva" sobre as plantas infestantes.
Melhores resultados são obtidos em condições de solo úmido, boa umidade relativa do ar, temperaturas favoráveis e observância da velocidade do vento, conforme descrito a seguir.
Nas aplicações em pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões, de touceiras de cana ou de plantas infestantes remanescentes e úmido.
As aplicações em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.
Para cana planta em solos leves, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio, suficientes para acomodação final do solo. Isso é necessário para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas.


MÉTODOS DE APLICAÇÃO:
- APLICAÇÃO TERRESTRE: equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 Lb/pol²). Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou da área das plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura. Tipos de bico: na pré e pós emergência usar bicos de jato plano (Ex. Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); na pós emergência podem ser usados também bicos de jato cônico (Ex.: Fulljet, Conejet) de acordo com as recomendações do fabricante. Volume de aplicação: 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 a 800 L de calda/ha em pós-emergência.
Obs: É necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar sobreposição das faixas de aplicação.

- APLICAÇÃO AÉREA: equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos. Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa Micronair. Volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha. Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º. Altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo. Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: temperatura: inferior a 25ºC, umidade relativa: superior a 70%, velocidade do vento: inferior a 10 km/h.

Obs.: A aplicação aérea poderá ser feita em pré ou pós-emergência da cultura.

PREPARO DA CALDA: O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Nota: Antes da aplicação de Advance o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente forma a limpeza mais difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 03.
6. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - TÉCNICAS GERAIS:
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior, produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior à 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores à 5 km/h.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva. Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - APLICAÇÃO AÉREA:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido prar trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bicos.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a allturas maiores que 3,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

INVERSÃO TÉRMICA: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originárias de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cana-de-açúcar: 150 dias
Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas: 24 horas após aplicação. Caso seja necessidade de reentrada nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão de mangas compridas luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fazer somente um tratamento por ciclo da cultura, seguindo as recomendações de dose para cada tipo de solo.
A cana-de-açúcar em que foi aplicado Advance não deve servir para alimentação animal.
Nas aplicações em pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
As aplicações em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.
Para cana planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas.
Não aplicar em solos leves com menos de 1% de matéria orgânica.
A tolerância de novas variedades deve ser determinada antes de se adotar Advance como prática.
Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria à cultura, especialmente se aplicação for feita em solo seco.
Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de outras culturas.
Não aplicar através de sistemas de irrigação.
Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO, NO DIZ RESPEITO A SAÚDE HUMANA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Leia e siga as instruções contidas na bula e rótulo.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas do equipamento pulverizador com a boca.
•Uso exclusivo agrícola.
•Não transporte o produto junto com medicamentos, alimentos, animais e pessoas.
•Não utilize equipamentos com vazamentos.
•Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira .
Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas luvas e botas de borracha, avental impermeável, protetor ocular, máscara com filtro de carvão ativado, touca árabe, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM
PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira .
Utilize equipamento de proteção individual — EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de borracha, protetor ocular, máscara com filtro de carvão ativado, touca árabe, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Após a utilização do produto tome banho, troque e lave suas roupas protetoras separadas das demais. Ao lavá-las, utilize luvas e avental impermeável.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original e em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Não entre na área tratada com o produto até o término do período de reentrada (24h).
•Não reutilize a embalagem vazia.Faça a manutenção e lavem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.

Primeiros Socorros:
Se ingerido: Em caso de ingestão acidental não provoque o vômito. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Procure imediatamente o serviço médico de emergência levando a
embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.
Se inalado: evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso aconteça procure um local arejado e se o acidentado não estiver respirando, faça respiração artificial ou oxigenação. Procure imediatamente o serviço médico de emergência, levando a embalagem, bula, rótulo ou
receita agronômica do produto.
Contato com os olhos: evite o contanto com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente por 15 minutos e procure o serviço médico de emergência levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.
Contato com a pele: evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão em abundância, e procure o serviço médico de emergência, levando a embalagem, bula, rótulo ou receita agronômica do produto.
Antídoto e tratamento médico de emergência: Não existe antídoto específico. Em caso de ingestão, inalação, contato com os olhos e/ou pele, proceder a tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Estudos de metabolismo realizados com animais de laboratório indicam que Hexazinona ingerido é rapidamente metabolizado, sendo eliminado principalmente pela urina e fezes. A eliminação de Hexazinona e seus metabólitos ocorre na sua maior parte nas primeiras 24 horas, sendo completamente eliminado entre 3 e 4 dias após a administração. Aproximadamente, 61% a 77% da molécula radiomarcada foi eliminada via urina e 20% a 32% via fezes. Hexazinona não
apresenta potencial para bioacumulação.
O metabólito predominante da degadação do Diurom em cães foi 3,4-diclorofeniluréia, além de pequenas quantidades de Diurom não metabolizado, 3,4-dicloroanilina e 3,4-diclorofenol. A toxicidade do metabólito predominante é baixa. O Diurom não apresenta potencial para bioacumulação. A excreção se dá pelas fezes (17%) e, principalmente, pela via urinária (83%).

Efeitos agudos e crônicos:
Advance® em testes com animais apresentou-se como levemente irritante para a pele, sem no entanto ser considerado sensibilizante dérmico. DL 50 oral para ratos de 4.250 mg/kg, os animais apresentaram apatia, na necropsia os animais que morreram apresentaram hemorragia no fígado e pulmão. DL 50 oral Dérmica maior que 6000 mg/kg.
Com base em testes com animais de laboratório, a ingestão repetida de Hexazinone e/ou Diuron, produziu aumento na massa do fígado e redução do peso corpóreo nas doses mais elevadas.
O Diuron é irritante podendo levar ao aparecimento de "rash" cutâneo, irritação ocular com desconforto, lacrimejamento e visão turva, aumento do fígado e efeitos no baço e tireóide. Após contato intenso e prolongado com o ingrediente Hexazinone, alterações e 'ficas podem ser evidenciadas. De um modo geral os sintomas são inespecíficos e seu aparecimento associado à confirmação de exposição ao produto, sugere intoxicação.
Efeitos adversos: por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.
Sintomas de Alarme:
rash" cutâneo, irritação ocular com desconforto, lacrimejamento e visão turva, aumento do fígado e efeitos no baço e tireóide.
Telefone de Emergência:
CENTROS DE INFORMAÇÃO TOXICOLOGICA:
•PR: 0800410148 • RS 0800-780 200 • DF: 0800 6446774• MG: (31)3239-9308 • MS: (67)787-3333 • MT: (65)617-1313 • RJ: (21)2573-3244 • SC: (48)331-9083
•SP: (11)3069-8571 - (11) 5012 - 5311 Empresa: Du Pont do Brasil S/A: 0800-701.0109

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
•Este produto é:
( X ) - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A.
- telefone de emergência 0800 701 0109
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).

Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina,
CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÀO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

•LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. Lavagem sob prestao: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento
de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM NÃO RÍGIDA LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ### ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ### ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagem Padronizada - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA 4W ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÀO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÀO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros
materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.