Alon / Buffon / Zarpal
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Lufenurom; Bifentrina
Registro MAPA:
31422
Empresa Registrante:
Globachem |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Lufenurom | 140 g/L | |
| Bifentrina | 120 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Fisiológico, Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alabama argillacea (Curuquerê) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Liriomyza sativae (Minador de folhas) | veja aqui | |||
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Gymnandrosoma aurantianum (Bicho furão) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) | veja aqui | |||
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5; 10 e 20 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 e 5 L |
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
O produto é um inseticida fisiológico, de contato e ingestão, recomendado para aplicações foliares no controle de doenças nas culturas de algodão, batata, café, citros, milho, soja, tomate e trigo.
MODO DE APLICAÇÃO
Deve ser aplicado por meio de pulverizações direcionadas à parte aérea das culturas. A boa cobertura dos alvos pela deposição da calda de aplicação é fundamental para o bom funcionamento do produto em qualquer forma de aplicação, seja terrestre (costal ou tratorizada) ou aérea (à base de óleo ou água).
Equipamentos de aplicação
A qualidade da aplicação é de inteira responsabilidade do aplicador. A utilização de equipamentos corretos, calibrados e a observação das condições ambientais adequadas de aplicação são fundamentais para a qualidade da deposição da calda e redução de deriva.
Via Terrestre
Recomenda-se para aplicação o uso de pulverizadores costais ou tratorizados com atenção aos seguintes parâmetros
Bicos hidráulicos
Tipo de bico: Hidráulico jato cônico vazio, leque ou duplo leque de neblina equivalente.
Pressão de Trabalho: De 2 a 10 Bar (29 -145 lb/pol²).
Diâmetro Mediano Volumétrico: De 150 a 300 µm.
Densidade das gotas mínima: 20 gotas/cm².
Via Aérea
Aplicação com bicos hidráulicos Recomenda-se utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo de 45º ou inferior.
Altura do voo com bicos hidráulicos: De 2 a 4 m do alvo a ser atingido.
Largura da faixa de deposição efetiva: De 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
Aplicação com atomizadores rotativos
Com atomizadores tipos Turboaero ou Micronair, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (RV), pressão e ângulo de pá.
Largura da faixa de deposição efetiva: De 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
Tamanho das gotas: Diâmetro mediano volumétrico (DMV) de 200 a 300 µm, para aplicação com barra ou atomizadores rotativos.
Altura do voo: Com atomizadores rotativos: 3 a 5 m do alvo a ser atingido.
Condições Climáticas
Umidade Relativa > 60%;
Temperatura: abaixo de 30ºC;
Nas aplicações aéreas não aplicar com ventos abaixo de 3 km/h nem superiores a 10 km/h.
Preparo da calda
Abastecer o pulverizador enchendo o tanque até a metade de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar o produto e completar o volume com água. Caso seja necessário interromper a agitação durante o preparo da calda, agitá-la novamente antes de iniciar a aplicação. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda. Na utilização de aplicações à base de óleo como BVO (baixo volume oleoso), ALON deve ser misturado ao óleo antes da adição da água.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha afastado das áreas de aplicação: crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade
- O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso e doses recomendadas;
- Manter sob agitação constante a calda de pulverização;
- Uso exclusivamente agrícola. Seguir criteriosamente as instruções de uso do produto;
- Não aplicar em condições meteorológicas de inversão térmica.
Compatibilidade
Não se recomenda a mistura com outros produtos.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
GRUPO 15 INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida Alon pertence ao grupo 15 (Inibidores da biosíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera - Benzoilureias) e grupo 3A (Moduladores de canais de sódio - Piretroides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15 e 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico deste produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Benzoilureias e Piretróides, e não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 15 e 3A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).