Arriégua CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma harzianum (isolados IBLF 1278 e IBLF 1282); Trichoderma viride (isolados IBLF1275 e IBLF 1276)
Registro MAPA:
15626
Empresa Registrante:
VSF
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma harzianum Isolado IBLF 1278 (1 x 10⁷ UFC/g p. c.) 150 g/kg
Trichoderma harzianum Isolado IBLF 1282 (1 x 10⁷ UFC/g p. c.) 25 g/kg
Trichoderma viride Isolado IBLF 1275 (1 x 10⁷ UFC/g p. c.) 200 g/kg
Trichoderma viride Isolado IBLF 1276 (1 x 10⁷ UFC/g p. c.) 50 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Tratamento de Sementes
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Fusarium oxysporum (Podridão basal) veja aqui
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO:

ARRIÉGUA (Trichoderma harzianum, isolado IBLF1278* + Trichoderma harzianum, isolado IBLF1282 + Trichoderma viride, isolado IBLF1275 + Trichoderma viride, isolado IBLF1276) é um agente microbiológico utilizado no controle de Rhizoctonia solani (Tombamento) e Fusarium oxysporum (Murcha-de-fusarium) em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.

MODO DE APLICAÇÃO:

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27°C ou em condição de ventos fortes (velocidade acima de 10 km/hora), bem como umidade relativa do ar abaixo de 70%. Durante a aplicação do produto, é necessária a agitação constante da calda no tanque, a fim de manter uma boa homogeneização.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite de resíduo (LMR) para este produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:

Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da secagem complete da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:

Evitar as horas mais quentes do dia. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos à cultura indicada.
Para melhor performance do produto, recomenda-se as seguintes práticas culturais:
• Usar a calda no mesmo dia do seu preparo.
• Aplicar com umidade relativa do ar acima de 70%
• Conservar o produto sob refrigeração.
• Não deixar o produto exposto ao sol.
• Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos.
• Não aplicar em período de chuvas intensas.
• Não aplicar sob vento forte.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Não há relatos de desenvolvimento de resistência para o uso deste tipo de tecnologia. No entanto, qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

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