Bula Artys

acessos
Picloran
13408
Volcano

Composição

Picloram 76 g/L Ácido piridinocarboxílico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 289 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Buva
(Conyza bonariensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Erva branca
(Gnaphalium spicatum)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 a 4 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação por safra. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início do desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Aguapé
(Eichornia crassipes)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
3 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Amor de cunhã
(Solanum rugosum)
3 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Arranha gato
(Acacia plumosa)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Assa peixe
(Vernonia tweediana)
3 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
3,5 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
3 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
4 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Buva
(Conyza bonariensis)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Cambarazinho
(Eupatorium laevigatum)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Capixingui
(Croton floribundus)
3 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido á modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Carqueja
(Baccharis trimera)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Erva de bicho
(Polygonum punctatum)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Erva lanceta
(Solidago chilensis)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Guanxuma
(Sidastrum paniculatum)
3 a 4 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Joá bravo
(Solanum aculeatissimum)
3 a 4 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Jurubeba
(Solanum paniculatum)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Leiteiro
(Peschiera fuchsiaefolia)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Lobeira
(Solanum lycocarpum)
3 a 5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Malva branca
(Waltheria indica)
3 a 4 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não determinado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Mio mio
(Baccharis coridifolia)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Samambaia
(Pteridium aquilinum)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Tôjo
(Ulex europaeus)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo
Tranchagem
(Plantago major)
3,5 L p.c./ha 400 a 700 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação ao ano. Não especificado devido à modalidade de emprego. Na cultura de Pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes, na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo

Garrafão plástico de politileno de alta densidade: 5,0; 20,0 L
Bombona plástica: 5, 10, 20, 100; 110; 125; 200; 500 e 1000 Litros.
Frasco plástico: 500 ml
Tambor plástico: 50, 100, 110, 125, 200 L
Tambor metálico: 50, 100, 110, 125, 200 L
Tambor retornável plástico: 50, 100, 110, 125, 200 L
Isotanque retornáveç IBC plástico: 500 e 1000 L
Tanque estacionário polietileno: 5000, 10000, 15000, 20000, 25000, 30000, 35000, 40000, 45000, 50000, 55000, 60000 L.
Tanque estacionário polipropileno: 5000, 10000, 15000, 20000, 25000, 30000, 35000, 40000, 45000, 50000, 55000, 60000 L.
Tanque estacionário poliéster reforçado com fibra de vidro: 5000, 10000, 15000, 20000, 25000, 30000, 35000, 40000, 45000, 50000, 55000, 60000 L.
Tanque estacionário aço inox: 5000, 10000, 15000, 20000, 25000, 30000, 35000, 40000, 45000, 50000, 55000, 60000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
O "BROWSER-D" é um herbicida recomendado para o controle de dicotiledônea indesajáveis de porte arbóreo, arbustivo e sub-arbustivo em pastagens.

Número, época e intervalo de aplicação:
Para pulverização foliar de qualquer tipo: Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intense processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro à março. No norte do estado do Pará e no Amazonas a ocorrêcias de chuvas é menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável às aplicações aéreas.
Na cultura de pastagens efetuar por ano apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes.
* Cana-de-açúcar: Na cultura da cana-de-açúcar efetuar por safra apenas uma aplicação em pós-emergência das plantas infestantes. A aplicação deverá ser feita quando as plantas daninhas estiverem no início de desenvolvimento, ou seja, no estágio de 25cm até 30cm.

• Observação: Para uma maior eficiência do produto, deve-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação:
• Temperatura máxima = 32°C
• Umidade relativa do ar: maior que 60%
Esses para metros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período de 6:00 as 10:00 horas da manhã e recomeçando as 16:00 horas.

ATENÇÃO:
VOLUMES TOTAIS INFERIORES A 50 L/ha EXIGEM CALIBRAÇÃO E EQUIPAMENTO DO AVIÃO QUE POSAM PRODUZIR GOTAS DE GRANDE DIÂMETRO.

NUMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PASTAGENS:
. Para pulverização foliar de qualquer tipo: Deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, com boa pluviosidade, em que as plantas daninhas estejam em intenso processo vegetativo. Isso ocorre normalmente de outubro a março. No norte do estado do Para e no Amazonas a ocorrencia de chuvas e menor entre maio e agosto, o que torna essa época mais favorável as aplicações aéreas.
Observação: Para uma maior eficiência do produto, deve-se adotar os seguintes aplicação:
• Temperatura máxima = 32 °C
• Umidade relativa do ar: maior que 60%

Esses parâmetros (medidos através de um termohigrômetro) normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período de 6:00 as 10:00 horas da manhã e recomeçando as 16:00 horas.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
-É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL.

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Pastagens:
Trator com barra: Barra de 18 bicos - separação 50 cm entre bicos. Bicos em que, pontas 8005, 8006 ou 8008, malha 50. Pressão: 20 a 45 Ib/pd. Vazão: 400 a 700 L/ha, Velocidade do trator: 6 a 8 km/h, Tamanho da gota (médio): 500 a 600 micra. Densidade da gota: 100-150/cm2.
Para Pastagens, vazão: 400 a 700L de calda/ha.
Para Cana-de-açúcar, vazão em torno de 200L de calda/ha.

• Trator com turbina de fluxo de ar: Largura de faixa: 12 a 15 m.
Velocidade do trator: 3º marcha reduzida ou 1º simples. Tamanho da gota: 100-200 micra. Densidade de gota: 50 a 100/cm2.
Para Pastagens, vazão: 100 a 160 L/ha.
Para Cana-de-açúcar, vazão em torno de 200 L de calda/ha.

APLICAÇÃO AÉREA:
- Aplicação foliar em área total:
Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas e as pastagens infestadas densamente por plantas daninhas de pequeno, médio e grande porte. Aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta. Tipo de equipamento: aéreo, usando-se barras com bicos com uma angulação de 45° para trás com referência a corda da asa. Volume de aplicação: de 30 a 50 L/ha.

Altura de vôo:
a) Para áreas sem obstáculos: "paliteiros" (remanescente da derrubada, árvores secas, etc) cerca de 15 m sobre a vegetação a controlar.

b) Para áreas com obstáculos: "paliteiros" impedindo o vôo uniforme a baixa altura, cerca de 40 m sobre a vegetação a controlar. Largura da faixa de deposição: Para aviões: de 18 a 20 m dependendo da altura de vôo, Observação: no caso de 40 m de altura de vôo, a faixa total poderá atingir 20 m, porém consideram-se 18 metros de faixa útil.

Para helicópteros: seguir as recomendações anteriores, porém com as larguras de faixa de 15 a 18 metros. Tamanho e densidade de gotas na deposição sobre a vegetação: de 200 a 400 micras c/ 6 a 18 gotas/cm2 variando com o tamanho da gota.

Condições Climáticas:
Aplicar no perfodo chuvoso (outubro a março) seguindo os seguintes limites meteorológicos: vento: de 0 a 6 km/h (controlado por anemômetro). Umidade relativa: > 60%, Temperatura: < 32°C (controlados por termohigrômetro).
Tipos de bicos: bicos cônicos com orifícios de 08 a 012 sem core, variando com o tamanho desejado de gota e altura de vôo.
Pressão: 20 psi na barra. Agitação do produto: na preparação da calda e realizada com moto bomba e no avião através do retorno.
Prevenção de deriva: para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima além de:
a) efetuar levantamento previo de especies sensíveis ao produto nas áreas próximas.
b) nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis.
c) controlar permanentemente o sentido do vento: deverá soprar da cultura sensível para a área da aplicação; interromper o serviço se houver mudança nessa direção.

Intervalo de Segurança:
Pastagens: (2)
Cana-de-açúcar: Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós-emergência, até três meses após o plantio ou corte.
(2) Intervalo de segurança não determinado.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA TRATADA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana ANVISA / MS)

OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
Culturas sensíveis: São sensíveis a esse herbicida as culturas como: algodão, arroz, tomate, batata, feijao, soja, cafe, eucalipto, hortaliças, flores e outras especies úteis sensíveis a herbicidas hormonais.

Caso o "BROWSER-D" seja usado no controle de invasoras em área total, a plantio de especies susceptíveis ao produto nessas áreas so deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto. No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que a capim se recupere, antes do pasta ser aberto ao gada. Dessa forma, a partir do inicio da aplicação o pasta deve ser vedado ao gada pelo tempo necessária até sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e se tornam mais atrativas após aplicação do produto. Evitar que a produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. A aplicação por pulverização aérea so deverá ser feita quando não houver perigo de atingir as espécies acima mencionadas.
Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis a equipamento que foi usado para a aplicação de "BROWSER-D". Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente após o tratamento em área total, para adubar plantas au culturas úteis sensíveis ao produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saude Humana
ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso ecxclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Produto extremamente irritante para os olhos e sensibilizante.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca Árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie O produto em local aberto e ventilado.

PRECAUCOES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
-Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do perfodo de reentrada (24 h).
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPIs: macacão de
algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronómico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vómito. Caso o vómito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

ANTIDOTO E TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Não há antidoto específico. Tratamento sintomático a criterio médico.


INTOXICAÇÃO POR PICLORAM E 2,4-D

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

GRUPO QUÍMICOS:
ÁCIDO PIRIDINACARBOXÍLICO E ÁCIDO ARILOXIALCANÓICO

CLASSE TOXICOLÓGICA:
I - EXTREMAMENTE TÓXICO

VIAS DE EXPOSIÇÃO:
Oral, inalatória e dérmica.

TOXICOCINÉTICA:
Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrintestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foram excretados na urina durante as primeiras 6 horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparayao, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado a pele foi absorvida. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram e rapidamente excretado tendo baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas
2,4-D: Estudos realizados cm animais de laboratório, mostraram que a 2,4-D e excretado principalmente atraves da urina (84 a 94% do 2,4-0 administrado) e a climinação fecal como via secundÁria de excreção (2 a II %). Apenas uma pequena fração de 2,4-0 foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.


MECANISMOS DE TOXICIDADE:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. O produto apresentou-se levemente irritante a pete, extremamente irritante aos olhos e sensibilizante. Efeito adverso não e esperado pela exposição inatatória. A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrintestinal e no fígado.

Picloram
Exposição Aguda
Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inalatória improvável. O pictoram não e descrito como sendo urn sensibilizante. O seu pó pode ser irritante aos olhos, pete, nariz, garganta e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea. .

Respiratório:
O pó do pictoram e irritante para o trato respiratório.

Neurologico:
Embora não tenham sido relatados ataques epitépticos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.

Gastrintestinal:
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram.
O picloram e rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.

Hematológico:
Os níveis de leucócitos podem diminuir.

Dermatológico:
O Picloram e moderadamente irritante para a pele.
O picloram e absorvido lentamente através da pele.

2,4-D
Exposição Aguda
Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão:
Podem ocorrer coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.

Patofisiologia:
Esses agentes São primariamente irritantes, mas foi relatado urn caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.

Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.

Respiratório:
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar.

Neurologico:
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.
C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.

Gastrintestinal:
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.

Hepático:
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.

Genitourinário:
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida a rabdomiólise também e possível.

Hidro-eletrólitico:
A ingestão de 2,4-0 pode levar a hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.

Hematológico:
A trombocitopenia é o efeito hematológico primario. A leucopenia também já foi relatada.

Dermatológico:
O contato direto pode causar irritação na pele.

Musculoesquelético:
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.

Endócrino:
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.

DIAGNÓSTICO:
Não existe método diagnóstico para exposição.

TRATAMENTO:
Sintomático, a critério médico, em razão do risco potencial de aspiração.

EFEITOS SINÉTICO:
Nenhum efeito sinérgico é conhecido.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistencia Toxicológica.
RENACIA T - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação(SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa:
VOLCANO AGROCIÊNCIA Ind. e Com. de Defensivos Agrícolas Ltda:
0800-0141149.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA 0 SER HUMANO:
Estudos de metabolismo e excreção realizados com em animais de laboratório, após a ingestão oral do produto, demonstraram que o mesmo e rapidamente absorvido e eliminado principalmente pela urina, com 90% sendo eliminado em 24 horas.

TELEFONES PARA CASOS DE EMERGÊNCIA:
• Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistencia Toxicológica.
RENACIAT - ANVISA/MS
• Centro de Controle de Intoxicações (CCI): (11) 5012-5311
• VOLCANO AGROCIÊNCIA Ind. e Com. de Defensivos Agricolas Ltda: Tel. 0800-0141149

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PREPARAÇÃO DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

ESTE PRODUTO É:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa VOLCANO AGROCIÊNCIA Industria e Comercio de Defensivos Agrícolas Ltda.- Telefone de Emergência: 0800-0111-767.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humane ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proponções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
. Em caso de incendio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após O seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de eguipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanisme para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos.

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mante-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressao, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no até da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínima de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

Embalagem RÍGIOA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no proprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO OA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no até da compra.
Caso o produto não tenha side totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano apos a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
• ARMAZENAMENTO OA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

• DESTINAÇÃO FINAL OAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinac;ao final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PROOUTO

•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

• A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminacao do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

• PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através da incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

• TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
A transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legisiação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanisme de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas deverão ser aplicadas herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registradas para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possíbilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agronômo.