Bula Brio

acessos
Cresoxim-Metílico
9009
Basf

Composição

Cresoxim-Metílico 125 g/L Estrobilurina
Epoxiconazol 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Intervalo de 14 dias. 45 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,5 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Intervalos de 14 dias. 45 dias. No aparecimento dos primeiros sintomas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 2 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. No surgimento dos primeiros sintomas de ataque nas folhas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,6 a 0,8 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 2 aplicações por ciclo da cultura. 30 dias. No surgimento dos primeiros sintomas de ataque nas folhas

Frascos de Polietileno de 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; e 3 Litros
Bombonas de Polietileno de 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100 e 200 Litros

INSTRUÇÕES DE USO:
Brio® é fungicida com duplo modo de ação de contato (através do Kresoxim-methyl) e sistêmico (através do Epoxiconazole).
Apresenta ação fungicida protetiva através da prevenção da germinação dos esporos, da formação do tubo germinativo e da penetração de fungo dentro da planta, e também apresenta efeito curativo e erradicante, quando nos estágios iniciais, da germinação dos esporos até a penetração na folha.

CULTURAS / DOENÇAS / DOSES / NÚMERO / ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Vide Indicações de Uso/Doses.

Arroz: Iniciar as aplicações preventivamente no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir se necessário, em intervalos de 14 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura e respeitando-se o intervalo de carência.

Soja: Ferrugem - A aplicação deverá ser realizada a partir da detecção dos primeiros sintomas de ataque de ferrugem ou preventivamente no início do florescimento (estádio fenológico R1 - R3), mesmo que ainda não tenha sido constatado o sintoma de ataque. Repetir a aplicação 20 a 25 dias após dependendo da evolução da doença não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo da cultura e respeitando-se o intervalo de carência. As doses maiores deverão ser utilizadas quando da ocorrência de clima favorável ao desenvolvimento da doença. Caso as condições climáticas favoreçam o desenvolvimento da doença e haja necessidade de um maior número de pulverizações, deverá ser utilizado outro produto devidamente registrado para o seu controle.

Trigo: Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Utilizar a dose de 0,6 L.ha-1 quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo se necessário quando o índice for novamente alcançado, não ultrapassando o número máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura. Utilizar uma única aplicação de 0,8 L.ha-1 quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira, respeitando-se o intervalo de carência.
Recomenda-se a adição de adjuvante aniônico na dose de 0,5 L/ha, conforme a recomendação do fabricante.

PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Coloque água limpa no tanque do pulverizador até 3/4 de sua capacidade. Com o agitador (retorno) acionado, e adicione a quantidade recomendada de BRIO®.

PRECAUÇÕES:
A adoção de boas práticas agrícolas é essencial para o bom desenvolvimento da cultura e resposta ao bom funcionamento do produto.

SELETIVIDADE:
BRIO® é seletivo para as culturas recomendadas em qualquer modalidade de aplicação registrada.

MODO DE APLICAÇÃO:
• Aplicação terrestre:
A aplicação deve ser feita com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas.Utilizar bicos de jato cônico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.

• Aplicação aérea:
Utilize sempre quantidade de calda suficiente para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido. Faça a correta calibração do equipamento utilizando pontas adequadas e uniformes.usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras.
Volume de calda de 20 a 30 litros de água por hectare.
Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite superposição de faixas de pulverização durante a aplicação. A boa prática agrícola recomenda a aplicação sem vento ou vento não superior a 10 km/h.

OBS: Sobre outros equipamentos observar para que seja feita uma boa cobertura de pulverização. A critério do Engenheiro Agrônomo ou do Técnico responsável as condições poderão ser alteradas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Arroz ....................................... 45
Soja ........................................ 14
Trigo ....................................... 30

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há limitação de uso quando utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agricola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
•Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas
utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.

•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR KRESOXIM METHYL E EPOXICONAZOLE-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.)
Grupo químico: Estrobilurina ( Kresoxim - methyl) e Triazol ( epoxiconazole)
Classe toxicológica: III Medianamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular dérmica
Toxicocinética: Kresoxim-methyl: em animais de laboratório, foi absorvido pelo trato gastrointestinal, metabolizado pelo fígado e seus metabólitos foram excretados através das fezes, urina e bile. Não houve acúmulo nos tecidos e órgãos. Um total de 32 diferentes metabólitos foram identificados na urina, fezes, bile, plasma, fígado, e rins dos ratos.

Epoxiconazole: dados de metabolismo em ratos mostram que epoxiconazole é extensivamente metabolizado após dosagens únicas de 3 mg/kg (dose baixa) ou 100 mg/kg (dose alta) ou dosagem múltipla (3 mg/kg/dia por 14 dias). Aproximadamente 30 diferentes metabólitos foram identificados e a via predominante de excreção foram fezes, seguido por excreção biliar e urinária. Dados farmacocinéticos em ratos, usando o mesmo regime de dosagem identificado acima, mostram que a meia-vida para epoxiconazole em plasma é aproximadamente 5 h para a dose baixa e aproximadamente 30 h para a dose alta, sugerindo alguma possível saturação de absorção em níveis mais altos de dose. Estes experimentos envolveram C14 radiomarcado no primeiro carbono do anel oxirane de epoxiconazole. Portanto, não foi determinado se o triazole livre foi um metabólito.

Epoxiconazole é considerado um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo p-450, tendo sido observado em estudos de exposições variadas
dose, tempo) o figado como principal órgão alvo.
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos: Ainda não foi preparada uma publicação específica acerca dos efeitos clínicos de indivíduos expostos a esses agentes. As recomendações seguintes pertencem à avaliação geral de indivíduos expostos a compostos químicos potencialmente tóxicos.
Avaliação Geral
A) Indivíduos expostos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
B) A exposição a substâncias químicas com odor forte freqüentemente resulta em sintomas não específicos: dor de cabeça, vertigem, fraqueza e náusea.
C) Irritação - Muitas substâncias químicas causam irritação dos olhos, pele e trato respiratório.
Também é possível a ocorrência de irritação ou queimaduras do esôfago ou trato gastrintestinal após ingestão de compostos irritantes ou cáusticos.
D) Hipersensibilidade
Vários agentes químicos produzem reações de hipersensibilidade alérgica: dermatite ou asma com broncoespasmo e respiração ruidosa após exposição crônica.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.
Tratamento: Antídoto: Não existe antídoto específico.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável.
Em caso de contato com os olhos, lavá-I os abundantemente com soro fisiológico. Nos casos de ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado. Avaliar a necessidade de lavagem gástrica, sempre protegendo as vias aéreas, evitando aspiração de solvente orgânico
Contra - indicações: A indução do vômito é contra- indicada em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: BASF S.A. Guaratinguetá - SP. (0800) 11.2273 ou (Oxx12) 3128-1357

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é: Muito perigoso ao Meio Ambiente ( Classe II)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., Telefones de Emergência: (08000) 11-2273 ou (Oxx12) 3128-1357.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUíIMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até Y4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) .
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM Vazia _
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRiÇÕES ESTABELECI DAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos
econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios; trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível; realizar adubação adequada; praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

Brio® é um novo fungicida, eficiente sobre patógenos resistentes que não tenham manifestado resistência cruzada a estrobilurinas.
Seguindo normas internacionais do Comitê de Resistência a Fungicidas (FRAC), para uso de fungicidas do grupo químico das estrobilurinas e outros com mesmo modo de ação, recomendam-se as seguintes estratégias no intuito de preservar a atividade dos fungicidas:
• Sempre aplicar os fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas de acordo com a dose registrada pelo fabricante;
• O número total de aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas devem ser limitadas durante o ciclo da cultura, seguindo-se a seguinte recomendação:
a) No manejo de controle de doenças com um total de até 7 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 2 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
b) No manejo de controle de doenças com um total de 8 a 11 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 3 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
c) No manejo de controle de doenças com um total de 12 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar no máximo 4 aplicações de fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
d) No manejo de controle de doenças com um total acima de 12 aplicações de fungicidas durante o ciclo da cultura, utilizar somente 30 % do total das pulverizações com fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas.
• Usar os fungicidas com mesmo modo de ação das estrobilurinas em aplicações em blocos ou alternadas com fungicidas de diferentes modos de ação. Quando forem realizadas aplicações em blocos não realizar mais do que 3 aplicações consecutivas;
• Fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas são extremamente eficientes na prevenção da germinação dos esporos, por isso, devem ser usados preventivamente, evitando-se o uso em condições curativa e erradicativa no intuito de diminuir a pressão de seleção;
• Nunca finalizar as pulverizações ao término do ciclo da cultura com fungicidas com mesmo modo de ação das estrobilurinas.