Bula Brutus

acessos
Lambda-cialotrina
4611
UPL

Composição

Lambda-Cialotrina 50 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
300 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir as aplicações a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir o nível de 10% dos botões danificados. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. 10 dias. Iniciar as aplicações quando o nível de botões florais danificados atingirem no máximo 10%
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo. 10 dias. Aplicar o produto quando forem constatadas 2 lagartas/planta ou 25% de desfolha
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 100 mL p.c./100L água 100 a 400 L de calda/ha - Realizar entre uma a cinco aplicações por ciclo a intervalos de 7 dias entre as aplicações. 3 dias. As pulverizações devem ser realizadas visando a redução da população de insetos adultos
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. A maior dose deverá ser recomendada em situações de alta pressão da praga. 15 dias. No aparecimentoda praga, em alternância com outros produtos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário em alternância com outros produtos. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo. 15 dias. No início da infestação da praga, na fase de folha raspada
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo. 20 dias. Aplicar quando houver 40 lagartas por batida de pano ou 30% de desfolha antes do florescimento ou 15% após o florescimento
Percevejo verde
(Nezara viridula)
150 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo. 20 dias. Limite é de 2 percevejos/amostragem
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
50 mL p.c./100L água 100 a 250 L de calda/ha - Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo. 3 dias. Início da infestação da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 mL p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo. 15 dias. Início da infestação da praga

ALGODÃO:
Bicudo (Anthonomus grandis): iniciar as aplicações quando o nível de botões florais
danificados atingirem no máximo 10%, e repetir as aplicações a cada 5 dias ou
toda vez que o ataque atingir o nível de 10% dos botões danificados. Realizar no
máximo 3 aplicações por ciclo.
Curuquerê (Alabama argillacea): aplicar o produto quando forem constatadas 2
lagartas/planta ou 25% de desfolha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo.
BATATA:
Larva-minadora (Lyriomyza huidobrensis): as pulverizações devem ser realizadas
visando a redução da população de insetos adultos. Realizar entre uma a cinco
aplicações por ciclo a intervalos de 7 dias entre as aplicações. A maior dose deverá
ser recomendada em situações de alta pressão da praga. Realizar no máximo 5
aplicações por ciclo.
FEIJÃO:
Vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa): aplicar o produto no aparecimento
da praga, em alternância com outros produtos. Repetir se necessário. Realizar no
máximo 2 aplicações por ciclo. A maior dose deverá ser recomendada em situações
de alta pressão da praga.
MILHO:
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): aplicar o produto no início da
infestação da praga, na fase de folha raspada. Repetir se necessário em alternância
com outros produtos. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo.
SOJA:
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): aplicar quando houver 40 lagartas por
batida de pano ou 30% de desfolha antes do florescimento ou 15% após o
florescimento. Realizar até 2 aplicações do produto por ciclo.
produção de sementes, o limite é de 2 percevejos/amostragem. Realizar até 2
aplicações do produto por ciclo.
TOMATE:
Broca-pequena-do-fruto (Neoleucinodes elegantalis) e traça-do-tomateiro (Tuta
absoluta): iniciar as aplicações no início da
infestação em intervalos de 7 dias, intercalando com outros produtos. Realizar no
máximo 3 aplicações por ciclo.
Lagarta-do-trigo (Pseudaletia sequax): aplicar o produto no início da infestação da
praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O número de aplicações varia de acordo com a infestação, respeitando-se a
recomendação máxima de uso. A pulverização deve ser feita depois de constatada
a infestação, observando-se níveis de dano econômico recomendado para cada
praga.
MODO DE APLICAÇÃO:
VIA TERRESTRE:
Costal manual: Utilizar bicos cônicos das séries D; ou equivalentes, com pressão
de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 100 a 250 litros de calda por hectare.
Observar para que ocorra uma boa cobertura da cultura tratada. No caso especifico
do tomate e batata, utilizar a dose recomendada por volume de água, observando
que ocorra uma boa cobertura em todas as partes da planta, até ponto de
escorrimento.
Costal Motorizado: Utilizar bicos cônicos das series D; ou equivalentes, com
pressão de 40 a 60 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 100 a 250 litros de calda por
hectare.
Tratorizado: Quando aplicar com barra, utilizar bicos cônicos das séries D; ou
equivalentes, com pressão de 80 a 150 lbs/pol2 (p.s.i.), aplicando 100 a 250 litros
de calda por hectare.
Observar para que ocorra uma boa cobertura. No caso específico do tomate rasteiro
e batata, utilizar um volume de 100 a 400 litros de calda por hectare, dependendo
do estágio da cultura. Pulverização aérea: Para aviões com barra, utilizar 30 a 40 litros por hectare,
voando a uma altura de 3,5 a 4,5 metros com uma faixa de deposição de 15
metros. Tamanho de gotas de 200 a 300 µ, com densidade de gotas acima de 30
gotas/cm². Utilizar bicos cônicos da série D8 a D12, com pressão de 25 a 35
lbs/pol2 (p.s.i.). O número de bicos para equipar a barra deve ser de 44 a 48.
No caso de se utilizar o MICRONAIR, trabalhar com faixa de aplicação de 18
metros, pressão de 30 lbs/pol2, com 4 micronair, regulado o V.R.V. para a posição
13 ou 14, voando de 8 a 10 metros de altura.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Algodão: 10 dias; Batata: 03 dias; Feijão: 15 dias;
Milho: 15 dias; Soja: 20 dias; Tomate: 03 dias; Trigo: 15 dias.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da
calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse
período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o
uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições
recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
?Produto para uso exclusivamente agrícola
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de
emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas
e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite ao máximo possível, o contato com a área tratada;
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia;
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo
de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI:
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando
a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local
aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via
de absorção foi a oral, sendo as demais secundárias. Após a administração
oral, a absorção foi de 50% da dose administrada, o produto se distribuiu
pela maioria dos tecidos, e os maiores níveis de resíduos foram encontrados
no tecido adiposo. O lambda-cyhalothrin foi principalmente metabolizado
através de hidrólise da ligação de éster, oxidação e conjugação e foi
excretado pela urina quase na totalidade, após 48 horas, na forma de
conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da ligação
éster.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Efeitos agudos:
•DL50 oral em ratos: 300 mg/Kg
•DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
•CL50 inalatória: 1,436 mg/L/4 horas
•Irritação dérmica: o produto não causou nenhuma irritação em coelhos.
•Irritação ocular: produto altamente irritante, podendo causar irite,
hiperemia, quemose e secreção com regressão das reações.
•Sensibilização dérmica: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não
se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou
mutagênicos nas avaliações crônicas. Foram notados aumento no ganho de
peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de
carcinogenicidade.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
•Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais
quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d`água. Evite contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a
saúde das pessoas.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma
distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais
de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concernentes às atividades aeroagrícolas
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas,
principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
? Isole e sinalize a área contaminada.
? Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do Brasil -
Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A., pelo telefone de
Emergência (0800) 70 10 450 - (019) 3794-5600.
?Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável,
luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
? Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o
produto entre em bueiros, drenos ou corpos d`água. Siga as instruções
abaixo:
?Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o
material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma
faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
?Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em um
?recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
?Corpos d`água: interrompa imediatamente a captação para o consumo
humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de
emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão
e da quantidade do produto envolvido.
?Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou
pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os
mesmos EPI`s – Equipamentos de Proteção Individual
– recomendados para o preparo da calda do produto.
•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
•Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-o na posição vertical durante 30
segundos;
•Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
•Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
•Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
•Faça esta operação três vezes;
•Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
•Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão
seguir os seguintes procedimentos:
•Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
•Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
•Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
•A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
•Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
•Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical,
durante 30 segundos.
•Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes
internas da embalagem, por 30 segundos;
•Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
•Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a
devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do seu prazo
de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 (seis) meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use
luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em
até 6 (seis) meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas
em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,
bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua
devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados
para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases
efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na
legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do
produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados
junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
Verificar as restrições estabelecidas pelo Órgão Estadual Competente,
identificadas no item “instruções de uso” antes de emitir receita
apropriada.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
08007010450

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.