Cletodim CHDS 240 EC CI

Geral
Nome Técnico:
Cletodim
Registro MAPA:
50425
Empresa Registrante:
CHDS do Brasil
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Cletodim 240 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Sistêmico, Pós-emergência
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1/2 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 4/5/8/10/15/20/25/50 L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 100/200 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 100/200 L
Não Lavável Tanque portátil Metálico Rígida Líquido 200/1000/5000/10000/15000/20000/23000/25000 L

INSTRUÇÕES DE USO:

CLETODIM CHDS 240 EC é um herbicida que contém o ingrediente ativo Cletodim 240 g/L, na formulação Concentrado Emulsionável (EC), do grupo químico oxima cicloexanodiona, de ação sistêmica, pós-emergente para o controle de plantas daninhas nas culturas de alho, algodão, batata, café, cebola, cenoura, feijão, fumo, mandioca, melancia, soja e tomate.

MODO DE APLICAÇÃO:

CLETODIM CHDS 240 EC deve ser aplicado diluído em água somente nas dosagens recomendadas. Deve ser aplicado de maneira uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas tratadas.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
a) Pulverizador de barra tratorizado:
- Utilizar bicos uniformes, po leque da série 80 ou 11 O, que produzam gotas entre 200 a 500 micras com densidade de gotas de 20 gotículas/cm². Pressão de 30 a 45 lb/pol² .
- Volume de calda: 100 a 200 L/ha.
- Altura da barra: para bicos da série 80, 50 cm acima do topo das plantas e para a série 110, 30 cm acima do topo das plantas.
b) Pulverizador costal manual:
- Utilizar bicos uniformes, tipo leque da série 80 ou 110. Recomenda-se manter o ritmo das bombadas em cadência com os passos do aplicador visando obter-se uma pulverização uniforme.
- Volume de calda: 200 a 300 L/ha.

Aplicação aérea:
- A aeronave agrícola deverá estar equipada com barra, bicos da série D, que produzam gotas maiores que 200 micras e calibrados para distribuir volume de calda de 30 a 50 L/ha.
- Faixa de deposição do produto: será pré-determinada pelo tipo de aeronave.
- Altura do voo: de 2 a 4 metros e a velocidade dos ventos não deverá ser superior a 8 km/hora.
- Visando uma aplicação uniforme, deve-se colocar bandeirinhas nos limites das faixas de voo para demarcar a largura exata de pulverização e orientar o piloto durante a aplicação.
Condições climáticas:
Não aplicar o produto com ventos superiores a 10 km/h, não aplicar sob chuva; temperatura média entre 20 e 35 °C; umidade relativa deverá ser superior a 60%. Em períodos de seca prolongada recomenda-se não aplicar o produto.
Observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher a metade do tanque do pulverizador com água para então adicionar CLETODIM CHDS 240 EC, mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. Manter a agitação da calda de forma continua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilizar equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e na bula.
- Utilizar somente as doses recomendadas.
- Durante a aplicação do produto, evitar que a deriva atinja outras áreas e/ou culturas.
- Não aplicar o produto onde culturas de gramíneas possam ser atingidas.
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as plantas tratadas. Em soja poderá ocorrer uma pequena redução do porte quando as condições ambientais foram adversas, mas a cultura se recupera durante a fase vegetativa.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de danos ao meio ambiente.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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