Bula Clorimurom Nortox

acessos
Clorimurom-etílico
4008
Nortox

Composição

Clorimurom-etílico 250 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
40 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Aplicar em pós-emergência nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 2 a 8 folhas e no café na fase de 2 a 6 folhas
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. Uso não alimentar. Aplicar em pós-emergência, nas entrelinhas, através de jato dirigido nas plantas daninhas, na fase de 4 folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Pode ser aplicado em uma única aplicação no manejo de plantas daninhas antes do plantio e ou durante o ciclo da cultura. Neste último caso deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Pode ser aplicado em uma única aplicação no manejo de plantas daninhas antes do plantio e ou durante o ciclo da cultura. Neste último caso deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Pode ser aplicado em uma única aplicação no manejo de plantas daninhas antes do plantio e ou durante o ciclo da cultura. Neste último caso deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Pode ser aplicado em uma única aplicação no manejo de plantas daninhas antes do plantio e ou durante o ciclo da cultura. Neste último caso deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio
Picão preto
(Bidens pilosa)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Pode ser aplicado em uma única aplicação no manejo de plantas daninhas antes do plantio e ou durante o ciclo da cultura. Neste último caso deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 a 80 g.p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 65 dias. Pode ser aplicado em uma única aplicação no manejo de plantas daninhas antes do plantio e ou durante o ciclo da cultura. Neste último caso deve ser em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas (dicotiledôneas), quando as mesmas estiverem no início do seu desenvolvimento (até 2 a 6 folhas) e quando a soja estiver a partir do 3º trifólio

Tipo: Barrica
Material: Polietileno/ Papelão/ Papel/ Plástico
Capacidade: 5,0; 25; 100; 200; 400; 500; 550; 600 Kg

Tipo: Cartucho
Material: Papel/ Papelão
Capacidade: 0,06; 0,07; 0,08; 0,1; 0,15; 0,2; 0,24; 0,25; 0,3; 0,32; 0,4; 0,48; 0,5 Kg

Tipo: Frasco
Material: Polietileno/ Plástico
Capacidade: 0,06; 0,07; 0,08; 0,1; 0,15; 0,2; 0,24; 0,25; 0,3; 0,32; 0,4; 0,48; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0 Kg

Tipo: Saco
Material: Aluminizado/ hidrossolúvel/ Metalizado/ Plástico
Capacidade: 0,06; 0,07; 0,08; 0,1; 0,15; 0,2; 0,24; 0,25; 0,3; 0,32; 0,4; 0,48; 0,5; 1,0; 2,0 Kg

Tipo: Saco
Material: Aluminizado/ Metalizado/ Plástico
Capacidade: 5,0; 25; 100; 200; 400; 500; 550; 600 Kg

MODO DE APLICAÇÃO:

Para a preparação da calda, abastecer o pulverizador com água limpa até 3/4 de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Coloque a dose indicada do STARON em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto. Após isso adicione a pré-diluição ao tanque e complete o volume restante com água, sempre sob agitação constante. Em seguida deve-se adicionar óleo mineral emulsionável na dose de 0,05% v/v (50 ml/100 litros de água), mantendo-se a contínua agitação.
Deve-se preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. A aplicação deve ser por pulverização sobre o alvo biológico, por cobertura total, imediatamente após a preparação da calda.

terrestre e aérea.
Aplicação terrestre:
Bicos de jato em leque.
Volume de calda: 100 a 300 L/ha para via tratorizada.
Pressão de trabalho: 30 a 50 Ib/pol2.
Tamanho de gotas: 180 a 200 micrômetros.
Densidade de gotas: 40 gotas/cm2.
Aplicação aérea:
Volume de calda: 20 a 40 L/ha.
Para volumes de aplicação até 20 L/ha: Aeronaves agrícolas dotadas de barra com bicos tipo cônico (D6 ou D8, core 44 a 46) ou bicos rotativos (MICRONAIR-AU-50002), com altura de vôo de 3-4 metros (MICRONAIR) ou 2-3 metros (bicos cônicos), e largura de faixa de deposição efetiva de 13 metros. Para volumes de aplicação de 30 a 40 L/ha, utilizar aeronaves com barra de bicos tipo cônico (D8 ou D1, core 44 a 46), com altura de vôo de 2 a 4 metros e largura de faixa de deposição efetiva de 13 a 15 metros. Tamanho de gotas: 200 a 400 micrômetros. Densidade de gotas: 30 gotas/cm2.
Evitar a aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h), temperaturas maiores que 25°C e umidade relativa menor que 70%, com finalidade de evitar perdas por evaporação e deriva. Redobrar os cuidados em caso de aplicações com volume de calda maior que 20 L/ha.
Consultar sempre o Engenheiro Agrônomo ou representante da empresa.

Limpeza do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado. Após a utilização do STARON, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
1. Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos.
2. Completar o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvaziar o tanque.
3. Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repetir o passo 2.
5. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.
6. Descartar a água remanescente da lavagem em um fosso seco, longe de mananciais de água e de culturas sensíveis ao ingrediente ativo Clorimurom etílico.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Café, Citros e Soja: 65 dias.
Eucalipto e Pinus: Uso não alimentar (UNA)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda, evitando-se sempre que possível que pessoas alheias ao tratamento com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada. Utilizar os EPI's indicados no item "DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA", caso houver necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada.

LIMITAÇÕES DE USO:

• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• O produto necessita de 2 horas sem chuva após a aplicação para não ter seu efeito reduzido por lavagem do produto.
• Não aplicar o produto em períodos de estiagem prolongada, nas horas mais quentes e com umidade relativa inferior a 60%.
• No caso de rotação de culturas, aguardar o prazo de 60 dias após a aplicação do ST ARON na soja para o plantio de trigo, feijão, algodão e milho.
• Fitotoxicidade: Não existe evidência de fitotoxicidade para a soja nas doses recomendadas a partir do estádio de 3° trifólio, no entanto pode ocorrer leve necrose nas folhas apicais, sem prejuízo para a produtividade.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

DESCRiÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLlCE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área.
Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas. .

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos ou viseira, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize eq uipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o com cuidado para não derramar.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara para pós; viseira facial e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.

Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira facial, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual- EPI : macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

INTOXICAÇÕES POR CLORIMUROM ETÌLICO
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Sintomas e sinais clínicos

Tratamento

ATENÇÃO

Grupo Químico – SULFONILURÉIA

Classe Toxicológica – III – Mediamente Tóxico

Vias de Exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos: Não tem sido constatada sintomatologia relacionada ao uso de Clorimurom etílico. Todavia, metemoglobinemia pode ser observada em grandes ingestões; depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas na presença de metemoglobinemia.

Tratamento: Não há um antídoto nem tratamento específico. A critério médico, utiliza medicamentos de ação ampla, que modifiquem a toxicocinética e/ou a toxicodinâmica do produto, como o Carvão Ativado (adsorção digestiva) e Purgativos Salinos (catarse). Anti-histamínicos ou esteróides são efetivos no tratamento de processos irritativos. O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico; as ocorrências clínicas devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade, em caso de ingestão, envolve lavagem gástrica, até uma hora após a exposição e/ou o aparecimento dos sintomas de intoxicação, e em caso de exposição por contato, a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atenção especial as regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto (cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).
Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal podem ser requeridas. Manter vias aéreas permeáveis, aspirar secreções, administrar oxigênio e praticar assistência ventilatória, se necessário.
Tratar os broncoespasm os e a anafilaxia se ocorrerem.

ATENÇAO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e 11' obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica , RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:

Intoxicação: oral, dérmica e respiratória durante a aplicação ou ingestão acidental.
Excreção: estudos com animais de laboratórios (ratos) dão conta de que a excreção da radioatividade na urina e fezes foi rápida, com uma meia vida biológica de aproximadamente 50 horas sob todas as condições de dosagem. Quantidades aproximadamente iguais de Clorimurom etílico foram excretadas na urina e fezes. A retenção de somente 2 a 3% da radioatividade administrada após 168 horas indica que a excreção é a rota primária de eliminação e que a incorporação do Clorimurom etílico ou de seus metabólitos nos tecidos é insignificante.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Efeitos agudos: em estudos de toxicidade aguda com animais de laboratório (ratos), este produto apresentou DL50 aguda oral e dérmica acima de 2.000 mg/kg. Os animais submetidos à administração do produto não apresentaram morte, sintomas clínicos, lesões e nenhuma alteração clínica digna de nota após a exposição. O produto aplicado em coelhos foi classificado como levemente irritante para a pele, bem como para os olhos, causando irritação reversível em até 24 h.
Efeitos crônicos: em estudos de toxicidade crônica com animais de laboratório, o ingrediente ativo deste agrotóxico administrado em diversas doses a camundongos, ratos e cães, em vários experimentos, foi possível o estabelecimento de nível sem efeito tóxico observado (NOEL) de 125 ppm (ou 18,75 mg/kg pc) para camundongos, 250 ppm (ou 6,25 mg/kg pc) para cães, ambos nos estudos de toxicidade a curto prazo, e 250 ppm (ou 12,5 mg/kg pc) para ratos, no estudo de toxicidade a longo prazo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÀO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇOES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO

AO MEIO-AMBIENTE

Este produto é:

Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)


Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,podendo atingir, principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERV AÇÀO E PREVENÇÀO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇOES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM L TDA.
Emergência: (Oxx5l) 3342-1300.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha o material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÀO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÃVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1;4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÀO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LA VÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem fazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico, transparente (Embalagens Padronizadas ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÀO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÀO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÀO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÀO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO usuÁRIo A REUTILIZAÇÀO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÀO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÀO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇOES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biótipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.