Bula Cyptrin Prime

acessos
Cipermetrina
3715
Tagros

Composição

Cipermetrina 250 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
250 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 20 dias. 5 % dos botões florais perfurados dos 40 dias até a primeira flor ou 10 % após o aparecimento da primeira flor até os 110 dias após a emergência
Curuquerê
(Alabama argillacea)
30 a 40 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/cova - Reaplicar caso necessário. 20 dias. 1 lagarta / planta até 110 dias após a emergência da cultura ou 2 lagartas / planta e / ou 10 % de desfolha do terço superior das plantas após os 110 dias da emergência da cultura
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
160 a 200 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 20 dias. Quando houver 10 % de infestação
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 20 dias. 70 % de infestação na cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
50 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Único. 30 dias. Nos primeiros sinais de ataque, nas plântulas cortadas ou no início da raspagem das folhas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
40 a 60 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Único. 30 dias. Antes da floração: 30 % de desfolha ou 40 lagartas / pano de batida. Após a floração: 15 % de desfolha ou 40 lagartas / pano de batida
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
60 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Único. 30 dias. Antes da floração: 30 % de desfolha ou 40 lagartas / pano de batida. Após a floração: 15 % de desfolha ou 40 lagartas / pano de batida

Bombona de metal: 1 e 2 Litros
Bombona plástica - 1; 5; 10 e 20 Litros
Caixa de papelão - 10; 12 e 20 Litros
Frasco plástico Co-EX - 0,05; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 2; 5; 10 e 20 Litros
Frasco (Folha de flandres revestido de resina epoxi - 1; 5; 10 e 20 Litros
Frasco PEAD - 5 Litros
Garrafa de plástico - 0,25; 0,5 e 1 Litro
Garrafa PEAD - 1 Litro
Garrafa Co-EX - 1 Litro
Tambor metálico ou plástico - 25; 50; 100 e 200 Litros
Tambor PEAD ou Co-EX - 10 e 20 Litros

NÚMERO, ÉPOCAS E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A época de aplicação é determinada através da amostragem e conhecimento do nível de controle da espécie. Estes níveis são obtidos experimentalmente e determinados por órgãos de pesquisa para cada praga e cultura e podem variar, dependendo basicamente das condições ambientais do local, comportamento e danos econômicos das pragas para cada região. Quando for atingido o nível de controle, a aplicação deverá ser feita imediatamente.
Para cultura de algodão realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 24 dias; para as culturas de milho e soja realizar no máximo 1 aplicação.

ALGODÃO
Praga: Curuquerê (Alabama argillacea)
Nível de controle: Quando encontrar uma lagarta (maior que 1,5 cm) por planta (para lavoura sem maçã aberta - até 110 dias da emergência da cultura). Quando encontrar duas lagartas (maiores que 1,5 cm) por planta e/ou desfolhamento de até 10% no terço superior das plantas (para lavoura em início da abertura das maçãs - após 110 dias da emergência da cultura).
Praga: Bicudo (Anthonomus grandis)
Nível de controle: Quando encontrar:
- 5% de botões florais perfurados, (dos 40 dias após a emergência da cultura, até o aparecimento da primeira flor).
- 10% de botões florais perfurados, após o aparecimento da primeira flor, até 110 dias após a emergência.
Praga: Pulgão-do-algodoeiro (Aphis gossypii)
Nível de controle: Quando encontrar até 70% de plantas com pulgões (mais de 20 pulgões por folha).
Praga: Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens)
Nível de controle: Quando houver 10% de infestação (1 lagarta pequena - menor que 10 mm) em 10 plantas examinadas.
MILHO
Praga: Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)
Nível de controle: Fazer a pulverização nos primeiros sinais de ataque, já nas primeiras plântulas cortadas ou no início da raspagem das folhas. Deve-se realizar 1 aplicação durante todo o ciclo da cultura, de forma intercalada com 2 ou 3 aplicações de outros inseticidas com mecanismo e sítios de ação diferentes, evitando assim o desenvolvimento de resistência ao inseticida por parte da praga. Trabalhar com vazão mínima de 150 L de água/ha e utilizar bico cônico. Deve-se utilizar bicos que proporcionem no mínimo 40 gotas por cm2. As aplicações realizadas após as 17:00 horas apresentam melhor resultado, pois é neste período do dia que a lagarta se apresenta mais ativa.
SOJA
Praga: Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) e Laga rta-falsa-medideira (Pseudoplusia includens)
Nível de controle:
Antes da floração: Controlar quando encontrar 30% de desfolhamento ou 40 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano.
Depois da floração: Controlar quando encontrar 15% de desfolhamento ou 40 lagartas (maiores que 1,5 cm) por batida de pano.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado em pulverização com equipamento manual ou motorizado terrestre, usando como veículo a água.
Utilizar bicos tipo cone D2-25 (na vazão em torno de 0,8 L/min), ou bicos X2 ou X3 (na vazão em tomo de 0,3 L/min), nestes casos utilizar água limpa evitando entupimento dos bicos.
A densidade de gotas deve ser de 30-80 gotas/cm2, de tamanho entre 70 a 300 micra.
Na aplicação tratorizada, a pressão de trabalho deve ser de 60 a 100 libras/pol2. Calibrar o equipamento para volume de calda entre 200-500 L/ha a uma velocidade de 3 a 5 Km/hora.
Na cultura do milho, ao fazer a aplicação dirigir o jato para atingir o cartucho da planta, podendo ser utilizados bicos de jato plano (leque) com 1100 de ângulo.
NOTA: Em caso de usar outros equipamentos providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Embora o produto possua excelente resistência, a lavagem por chuvas, precipitações torrenciais nas primeiras duas horas após a aplicação reduzem a eficiência do produto.
Condições climáticas:
- Evitar as aplicações nas horas mais quentes do dia;
- Umidade relativa do ar deve ser maior que 50%;
- Evitar aplicações quando da ocorrência de ventos acima de 6 km/hora.
INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Algodão....................................... 20 dias
Milho........................................... 30 dias
Soja............................................. 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
- No controle da lagarta-do-cartucho na cultura do milho, o produto deve ser aplicado no final do dia, pois neste período há maior atividade por parte das pragas.
- Antes de utilizar o produto, observar atentamente as instruções de uso.
- Seguindo as instruções de uso, o produto não apresenta fitotoxicidade para as culturas registradas.

MINISTERIO DA SAUDE - AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante 'o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EM) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos-de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita). Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EP1), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável:
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos, Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR PIRETRÓIDES -
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo ToxicoIógico: Cipermetrina
Mecanismo de toxicidade: Atuam no sistema nervoso central e periférico (ligam-se ao receptor do ácido gama-aminobutírico-GABA), prolongando a abertura dos canais de sódio da membràna celular, o que resulta em maior influxo de sódio, retarda a repolarização e leva a uma hiperexcitabilidade do sistema nervoso central (SNC).
A morte de insetos e ectoparasitas é rápida, decorrente de paralisia nervosa.
Associação com butóxido de piperonila potencializa a ação.
A cipermetrina é um inseticida do grupo PIRETROIDE TIPO II - com grupo alfa-ciano. A abertura de canais de sódio deste tipo de piretróide é mais longa e intensa, e há interação desses produtos com receptores do complexo GABA.
Vias de Absorção: Oral, respiratória e dermica.
Sintomase: INTOXICAÇÃO AGUDA
Sinais - Pele: eritema, edema, queimação, fisgadas, parestesias.
Clínicos - Olhos: irritação da conjuntiva.
Inalação: irritação de vias aéreas, rinite, asma, pneumonite, asma, reações
de hipersensibilidade.
Ingestão, exposição cutânea e exposição respiratória: causam efeitos no sistema nervoso central (SNC), com convulsões, coma, parada respiratória.
Na ingestão de produto associado ao butóxido de piperonila ocorre epigastralgia, náuseas, vômitos, diarréia, depressão leve do SNC. Pode haver aspiração pulmonar em caso de vômito, com aparecimento de pneumonite química. Com solvente derivado de petróleo, o risco de pneumonite química aumenta significativamente.
Reação anafilática: broncoespasmo, edema de orofaringe, hipotensão arterial e choque.
Mesmo em baixas concentrações, os piretróides modificam a função sensorial dos neurônios.
A principal via de exposição ocupacional é a cutânea, mas a respiratória torna-se importante, principalmente nas aplicações em estufas. A estimulação sensorial causada pejo calor, exposição ao sol, lesões de pele, sudação e lavagem com água, aumentam a exposição.
INTOXICAÇÃO CRÔNICA:
Trabalhadores expostos apresentaram sinais cutâneos com sensação de formigamento da face, coceiras, queimação e fisgadas, com início em 30 minutos após a exposição, efeito máximo em 8 horas, desaparecendo em 1 a 24 horas. Exposições ocupacionais repetidas causam, além disso, cefaléia severa, tontura, vertigem, fadiga, náuseas, perda de apetite, alterações transitórias no eletroencefalograma.
Casos severos são vistos, sobretudo com ciano-piretróides, revelando tremores, convulsões e risco de morte. Eles são agravados pela associação, com o butóxido de piperonila ou com inseticidas organofosforados, que inibem a degradação metabólica dos piretróides.
Trabalhos têm demonstrado que certos piretróides podem apresentar atividade estrogênica e atuar como desreguladores endócrinos, acarretando disfunções reprodutivas importantes no sexo masculino, com redução dos níveis plasmáticos de testosterona e o peso da vesícula seminal e do dueto deferente de ratos machos adultos, além de alterações no comportamento sexual desses animais.
- Metabolismo: A absorção é rápida em mamíferos e não há tendência de acumulação Toxicocinétie tecidual. Os compostos são rapidamente metabolizados à metabólitos a inativos. Mamíferos são capazes de metabolização rápida desses compostos,
reduzindo riscos. A eliminacão é urinária.

Tratamento - Antídoto: não há antídoto específico conhecido.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas ao mesmo tempo em que o tratamento medicamentoso e a descontam inação.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTENCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a descontam inação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança (luvas, avental e botas impermeáveis), de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
1. Remover roupas e acessórios, e proceder à descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente em abundância e sabão neutro. Remover a vítima para local ventilado
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água corrente, por no mínimo 15 minutos.
3. Em casode ingestão, administrar carvão ativado na proporção de 50 100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água e catártico salino. No caso de
superdosagem, proceder à lavagem gástrica e até 1-2 horas após a ingestão. Se tratar-se de produto líquido com solvente derivado de petróleo, a lavagem deve ser feita com intubação prévia, devido ao risco de aspiração. Não provocar vômito. Nos pacientes com risco
devido à ingestão, atentar para os sinais de depressão do SNC ou de convulsões durante 4-6 h.
4. Inalação: adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Administrar diazepam, se ocorrer convulsões.
Casos de hipersensibilidade severa e reação anafilática (rara), o tratamento deve ser imediato: assistência respiratória, adrenalina, anti-histamínico, corticóide, fluídos endovenosos, segundo a necessidade. Medidas sintomáticas e de manutenção.
Precauções - Pessoas com hipersensibilidade a flores de crisântemo ou qualquer tipo de
piretróide, e pessoas asmáticas ou com problemas respiratórios, não devem entrar em contato com esses produtos.
Contra-indicações: Vômito induzido - em razão do risco potencial de aspiração.
Diluição - em razão do aumento da superfície de contato e da absorção.
Morfina pode comprometer pressão arterial e deprimir função cardiorrespiratória.
Outros produtos com ação sobre o sistema nervoso central e periférico, como
os organofosforados e carbamatos, por ex.

ATENÇÃO! Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobreo diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 3812-1905

Mecanismo de Ação, Absorção e excreção para Animais de Laboratório:
A Cipermetrina atua nos canais de sódio da membrana de axônios, diminuindoe retardando a condutância de sódio para o interior e suprimindo o fluxo de potássio. Este composto também pode inibir a adenosina trifosfatase (ATPase), o que pode afetar a condução de cátions na membrana axonal. O resultado final é uma diminuição do potencial de ação e a geração de impulsos nervosos repetitivos. Além disso, interferem na ligação do GABA e do ácido glutâmico nos sítios receptores.
A Cipermetrina é absorvida pelo trato digestivo, via respiratória e dérmica. Em sua metabolização o grupamento vinil halogenado permanece intacto, sendo que as outras porções da molécula são susceptíveis de serem atacadas. Ocorre ruptura da ligação éster e, hidrólise no grupamento metoxicarbonil, através de esterases hepáticas. As transformações metabólicas observadas em estudoé de diferentes espécies animais são semelhantes, havendo a hidrólise do éster, hidroxilação das partes ácidas e alcoólicas, conversão da parte ciano para tiocianato e conjugação dos metabólitos com sulfatos, taurinos, glicina e outros. As principais vias de excreção são a urina e as fezes.
Um estudo realizado em ratos tratados com dose única oral (0,5 mg) de uma mistura (1:1) cis/trans de 14C-Ciclopropil radiomarcado NRDC 149, demonstrou que a excreção urinária do produto ocorre rapidamente em ambos os sexos. Os machos excretaram 53% da dose em 48 horas e as fêmeas 66%. A excreção fecal foi mais lenta em alguns animais, resultando em uma excreção média de 29% em 3 dias nos machos e 27% nas fêmeas. A quantidade de radioatividade excretada via gases expirados foi de 0,9%.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
DL50 oral: maior que 300 - 2.000 mg/Kg de peso corpóreo
DL50 dérmica: maior que 2.000 mg/Kg de peso corporal
CL50 inalatória: não determinada em função das características físico-químicas do produto.
Irritação dérmica: não irritante para a pele de coelhos
Irritação ocular: moderadamente irritante para olhos de coelhos albinos Nova Zelândia Sensibilização cutânea: não sensibilizante cutâneo
Efeitos crônicos:
Estudos em animais de laboratório mostraram que podem ocorrer incoordenação, desequilíbrio e tremores.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos. (Microcrustáceos e peixes)
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água Evite a contaminação da água.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas rações ou outros materiais
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres; CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BIORISK -Assessoria e Comércio de Produtos Agrícolas Ltda. - telefone de Emergência; (0XX11) 4195-2121.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC. óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento não permitindo que o produto entre em bueiros. drenos ou corpos d'água Siga as instruções abaixo
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia. recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final
• Solo retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água- interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (POS). CO2. neblina de água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RIGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual recomendados para o preparo da calda do produto .Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos.
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem at�� 1/4 do seu volume:
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador,
- Faça esta operação três vezes,
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
*Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador. - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem. por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador,
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- Ao utilizar equipamento independente paralavagem sob pressãoadotar osseguintes procedimentos.
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos:
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador:
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida no ato da compra
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna. a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrot6xicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
É recomendável utilizar outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www agricultura gov. br).