Bula Diafentiuron CCAB 500 SC

acessos
Diafentiuron
7617
CCAB Agro

Composição

Diafentiurom 500 g/L Feniltiouréia

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
600 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. Realizar a pulverização quando 40% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas encarquilhadas, ressecadas e bronzeadas). Normalmente os ácaros infestam mais intensamente as folhas novas
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
800 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. Realizar a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga(folhas com manchas necróticas ou avermelhadas, de pequena extensão e preferencialmente localizadas entre as nervuras principais)
Curuquerê
(Alabama argillacea)
600 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. Aplicar na fase inicial de desenvolvimento da cultura (até 30 dias da emergência), realizar a pulverização se for observada a presença da praga de forma a apresentar riscos a cultura. Após este período, a pulverização deve ser feita quando o nível de infestação chegar a 1 a 2 lagartas por planta e/ou o nível de desfolha chegar a 10% no terço superior das plantas
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. Realizar a pulverização assim que observada a presença da praga na cultura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 21 dias. Realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 20 pulgões por folha ou 50% das plantas com pulgões. Em cultivares susceptíveis à virose, realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 3 pulgões por folha ou 5 a 10% das plantas com pulgões
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
600 a 800 mL p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Pulverizar quando forem observados a presença ou o sintoma de ataque da praga (folhas bronzeadas)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário em intervalo de 7 a 10 dias. 14 dias. Realizar a aplicação quando forem observados a presença dos ácaros na face inferior das folhas ou os sintomas de ataque na cultura
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário em intervalo de 7 a 10 dias. 14 dias. Realizar a aplicação quando forem observados a presença dos ácaros na face inferior das folhas ou os sintomas de ataque na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias. 14 dias. Realizar a aplicação quando observada a presença da praga nas plantas preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 semanas da emergência)
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
600 a 800 mL p.c./ha 2000 a 2400 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. Uso não alimentar. Realizar a aplicação assim que forem notados os sintomas de seu ataque, ou for constatada a sua presença nas plantas. O número de pulverizações dependerá da frequência, intensidade e condições favoráveis ao ataque das pragas listadas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 21 dias. Fazer a pulverização quando forem observados os sintomas de ataque ou a presença dos ácaros na face inferior das folhas, nas reboleiras
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
800 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias. 7 dias. Fazer a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque (amarelecimento e secamento das folhas) da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 300 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias. 7 dias. Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas, preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 semanas da emergência)

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 2,5; 5,0; 10; 15; 20; 50 L.

Tipo: Bombona
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 2,5; 5,0; 10; 15; 20; 50 L.

Tipo: Frasco
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 0,05; 0,07; 0,1; 0,2; 0,25; 0,35; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
DIAFENTIURON CCAB 500 SC é um acaricida-inseticida de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas, conforme indicado no quadro abaixo:
ALGODÃO:
Para o controle do Pulgão-das-inflorescências ou Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) recomenda-se a utilização da dose de 500 mL do produto comercial/ha, equivalente a 250 g i.a./ha. Em cultivares tolerantes à virose, realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 20 pulgões por folha ou 50% das plantas com pulgões; Em cultivares susceptíveis à virose, realizar a pulverização quando o nível de infestação atingir 3 pulgões por folha ou 5 a 10% das plantas com pulgões.
Para o controle do Curuquerê(Alabama argilácea) recomenda-se a utilização da dose de 600 mL do produto comercial/ha, equivalente a 300 g i.a./ha. Na fase inicial de desenvolvimento da cultura (até 30 dias da emergência), realizar a pulverização se for observada a presença da praga de forma a apresentar riscos a cultura. Após este período, a pulverização deve ser feita quando o nível de infestação chegar a 1 a 2 lagartas por planta e/ou o nível de desfolha chegar a 10% no terço superior das plantas.
Para o controle do Ácaro-branco(Polyphagotarsonemus latus) recomenda-se a utilização da dose de 600 mL do produto comercial/ha, equivalente a 300 g i.a./ha. A época de maior ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura. Realizar a pulverização quando 40% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga (folhas encarquilhadas, ressecadas e bronzeadas). Normalmente os ácaros infestam mais intensamente as folhas novas.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se a utilização da dose de 800 mL do produto comercial/ha, equivalente a 400 g i.a./ha. Realizar a pulverização assim que observada a presença da praga na cultura.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) recomenda-se a utilização da dose de 800 mL do produto comercial/ha, equivalente a 400 g i.a./ha. A época de maior ocorrência da praga vai dos 60 aos 100 dias da emergência da cultura. Realizar a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque da praga(folhas com manchas necróticas ou avermelhadas, de pequena extensão e preferencialmente localizadas entre as nervuras principais).
Para o controle das pragas do Algodoeiro, realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com volume de calda de 150 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 50 L/ha em aplicação aérea.
Para o controle do Ácaro-vermelho(Oligonychus ilicis) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 600 a 800 mL do produto comercial/há, com volume de calda de 400 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 50 L/ha em aplicação aérea. Pulverizar quando forem observados a presença ou o sintoma de ataque da praga (folhas bronzeadas). Seguir o nível de controle estabelecido para a região. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta infestação ou clima favorável ao desenvolvimento dos ácaros. Reaplicar se necessário com intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra.
FEIJÃO:
Para o controle do Ácaro-branco(Polyphagotarsonemus latus) recomenda-se a utilização da dose de 600 a 800 mL do produto comercial/ha, equivalente a 300 a 400 g i.a./ha.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) e do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) recomenda-se a utilização da dose de 800 mL do produto comercial/ha, equivalente a 400 g i.a./ha.
Para o controle da Mosca-branca fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas preferencialmente após o fechamento da cultura (aproximadamente 3 semanas da emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
Para o controle do Ácaro-branco e Ácaro-rajado fazer a pulverização quando forem observados a presença dos ácaros na face inferior das folhas ou os sintomas de ataque na cultura. Para o Ácaro-branco utilizar a maior dose em altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 7 a 10 dias.
Para o controle das pragas do Feijão, realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 50 L/ha em aplicação aérea.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura da Rosa , recomenda-se a utilização da dose de 600 a 800 mL do produto comercial/ha, com volume de calda de 2.000 a 2.400 L/ha. A praga deve ser controlada assim que forem notados os sintomas de seu ataque, ou for constatada a sua presença nas plantas. O número de pulverizações dependerá da frequência, intensidade e condições favoráveis ao ataque das pragas listadas. Reaplicar toda vez que os níveis de controle forem novamente atingidos.
Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 600 a 800 mL do produto comercial/há, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 50 L/ha em aplicação aérea. Fazer a pulverização quando forem observados os sintomas de ataque ou a presença dos ácaros na face inferior das folhas, nas reboleiras. Utilizar a maior dose em altas infestações ou quando o clima for favorável ao desenvolvimento da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura.
TOMATE:
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se a utilização da dose de 800 mL do produto comercial/ha, equivalente a 400 g i.a./ha. Fazer a pulverização assim que observada a presença da praga nas plantas, preferencialmente após o fechamento da cultura(aproximadamente 3 semanas da emergência). Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
Para o controle do Ácaro-rajado(Tetranychus urticae) recomenda-se a utilização da dose de 800 mL do produto comercial/ha, equivalente a 400 g/ha. Fazer a pulverização quando 10% das plantas apresentarem os sintomas de ataque (amarelecimento e secamento das folhas) da praga. Reaplicar se necessário em intervalo de 7 dias.
Para o controle das pragas do Tomateiro, realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com volume de calda de 400 a 1.000 L/ha em tomate estaqueado, e de 300 L/ha em tomate rasteiro.

MODO DE APLICAÇÃO:
DIAFENTIURON CCAB 500 SC deve ser dissolvido em água e aplicado na forma de pulverização foliar:
Condições climáticas recomendadas:
- Umidade relativa do ar acima de 55%;
- Temperatura abaixo de 30ºC;
- Velocidade do vento entre 3 a 10 km/h.

Cuidados no preparo da calda:
1- Encher 1/4 do tanque do pulverizador com água.
2- Iniciar a agitação (mecânica ou manual).
3- Adicionar no tanque o produto previamente medido em recipiente graduado.
4- Completar o volume de água no tanque mantendo a agitação constante.

TERRESTRE:
Algodão: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas, conforme recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 150 a 200 L/ha.
Café: Utilizar atomizador costal ou tratorizado provido de pontas de jato cônico, com espaçamento, vazão e pressão de trabalho corretamente calibrados. Ajustar a velocidade do equipamento para um volume de calda de 400 L/ha.
Feijão e soja: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado equipado com pontas adequadas, conforme recomendação do fabricante. Ajustar o equipamento para um volume de calda de 200 L/ha.
Tomate estaqueado: O volume de água utilizado deve ser de 400 a 1.000 L/ha, conforme o desenvolvimento da cultura. Recomenda-se o uso de pulverizadores costais(manuais ou motorizados) ou moto bombas estacionárias.
Tomate industrial: Volume de calda em torno de 300 L/ha, procurando obter boa cobertura das plantas em toda a área tratada.
Rosa: Volume de calda de 2.000 a 2.400 L/ha.

AÉREA (ALGODÃO, CAFÉ, FEIJÃO E SOJA)
O produto é aplicado através de aeronaves agrícolas, com um volume de calda entre 20 a 50 L/ha.
As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas da pulverização por influência dos vórtices.
Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 3 km/h porque ocorrerá o fenômeno de inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminado o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas. Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes. O fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determinará uma maior ou menor deriva das gotas pelo vento.

Gerenciamento de deriva:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possíveis para dar uma boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e a cobertura das plantas. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, umidade relativa do ar e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas:
- Volume- Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão- Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de bico- Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas em aplicação aérea:
- Número de bicos- Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
- Orientação dos bicos- Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico- Bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bicos.
Comprimento da barra- O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra- Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos.
Ventos- O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 2 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de vento ou em condições sem vento.
Obs.: As condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores e reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formada ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. Formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersada com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.
1- Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2- Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
3- Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.
4- Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municpal.

LAVAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Tríplice lavagem:
1- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador;
2- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
3- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
4- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
5- Faça esta operação 3 vezes;
6- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Algodão........................................................ 21
Café.............................................................. 7
Feijão............................................................ 14
Rosa............................................................. UNA
Soja.............................................................. 21
Tomate......................................................... 7
UNA= Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca, cerca de 24 horas. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmo equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÃO DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: sendo utilizado conforme as recomendações da bula, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas.






DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas: botas de borracha, avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de modo a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2). óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término de intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÃO POR DIAFENTIURON CCAB 500 SC
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico: . Feniltiouréia
Classe toxicológica: A SER DEFINIDA PELA ANVISA
Vias de exposição: Oral, dérmica e inalatória.
Mecanismos de toxicidade: Sua atividade nas mitocôndrias como inibidor no processo de síntese de ATP é devido em parte à ação de seu metabólito Carbodiimida. Nos insetos atua causando paralise, limitando os movimentos. Como não conseguem mover os órgãos ao aparato bucal, deixam de alimentar-se e de causar dano. Em ratas prenhas tem-se visto ação oxidativa nos eritrócitos com presença de metahemoglobinemia a doses elevadas.
Sintomas e sinais clínicos: Há pouca informação de intoxicação em humanos. Os sintomas de intoxicação observados nos estudos de toxicidade aguda realizados em animais com este produto são: tremores, diarréia, sialorréia, pelos eriçados, letargia, prostração, ataxia, alteração na mucosa e na pele. dispnéia. Tem potencial de irritação ocular, respiratório e
dérmica
A doses tóxicas maternas houve produção de Metahemoglobinemia.
Toxicocinética: Estudos sobre o metabolismo do DIAFENTIURON realizados em ratos com a administração de doses de 0,5 e 50 mg/kg, mostraram que o produto foi absorvido no trato gastrointestinal em cerca de 25% das doses administradas oralmente. Dentro de 24 horas, cerca de 80% e 25% das doses administradas respectivamente foram excretadas
principalmente pelas fezes. A máxima concentração no sangue foi verificada após 8 horas para a dose máxima. A meia-vida calculada para a depleção dos resíduos foi 2 a 3 dias para gordura e sangue; 4 a 5 dias para baço, pulmão, fígado, rins e timo; 8 dias para músculo e 12 a 17 dias para o cérebro e coração. Os metabólitos urinários e biliares foram mais polares que os fecais. Todos os metabólitos urinários somaram uma fração menor que 2%. Os metabólitos foram os mesmos, independente do sexo dos animais, mas apresentaram diferenças em relação à dose. O produto original encontrado no extrato das fezes representou cerca de 1 a 4% da dose administrada. O principal metabólito é a Carbodiimida, a qual reage com água e ácidos graxos para formar uréia e derivados dos ácidos graxos.
1 2-EtanodioI:
Efeitos adversos à saúde humana
Inalação: Devido à sua baixa pressão de vapor, é pouco provável que cause problemas de inalação à temperatura ambiente. Vapores provenientes do líquido em temperaturas elevadas ou névoa do produto são irritantes para o nariz, garganta e trato respiratório, podem causar dor de cabeça, náusea e indisposição geral.
Contato com a pele: Pode remover a gordura da pele, causando ressecamento e rachaduras. Contatos repetidos podem causar dermatites. Pode ser absorvido pela pele.
Contato com os olhos: Pode causar irritação, ardência, vermelhidão, inchaço e distúrbios visuais.
Ingestão: Pode causar depressão do sistema nervoso central, resultando em vertigem, dificuldades visuais, dor de cabeça, enjôo e perda da coordenação. Grandes quantidades podem causar dor abdominal, vertigem, sonolência, ânsia de vômito e perda de consciência; podem afetar o fígado, os rins e outros.
Notas para o médico: Os principais efeitos do produto 1 ,2-Etanodiol são danos ao fígado, rins e acidose metabólica, com a formação de ácido oxálico. Também pode ocorrer hipoxemia e congestão pulmonar. A correção da acidose é essencial e deve ser feita sem demora. O antídoto é o etanol que pode ser administrado em solução a 5%, em carbonato de sódio, a uma taxa de 10 mL/hora. A concentração ideal de etanol no sangue é 100 mg por decilitro. Pirazol e 4 metil-pirazol podem ser empregados para inibir a enzima álcool desidrogenase. A administração de diuréticos, como o manitol, e a aplicação de hemodiálise ou a lavagem estomacal também podem ser consideradas.
Informação sobre antídoto: o etanol inibe a formação de produtos de biotransformação
tóxicos do metanol e do etileno glicol por competir com a alcooldesidrogenase hepática.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Dosagem de metahemoglobina deve ser feito em todos os pacientes com cianose.
Tratamento: Antídoto: Não há antídoto específico.
• Em caso de Metahemoglobinemia: administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de Azul de Metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos.
Doses adicionais podem ser necessárias.
Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição,
descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração de
conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de produtos corrosivos;
hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
1- Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano
2. Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente não deve ser evitado: deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
• Fluidos intravenosos e monitoração laboratorial.
• Irritação, considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
Exposição inalatória - Descontaminação: remova o paciente para um local arejado. Se ocorrer, tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações. bronquite OU pneumonia. Administre oxigénio e auxilie na ventilação se necessário. Trate broncoespasmos com R-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral
Exposição Ocular - Descontaminação : lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina ao 0,9%. à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica - Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto, usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração e
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da Empresa: (11) 3889-5600 / SOS COTEX- 0800 011 767 / 0800 7071 767 / PLANITOX- 0800 7010 450.

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
AGUDOS:
DL5O Oral em ratos: >300 - 2000 mg/kg (ratos machos e fêmeas).
DL50 Dérmica em ratos: maior que 2000 mg/kg.

Irritação ocular em coelhos: Irritante Ocular reversivel em 72 horas. Os animais testados apresentaram vermelhidão na conjuntiva, quemose e uveíte em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados.
Irritação dérmica em coelhos: irritante em estudo conduzido em coelhos com a substância não diluída.
CL50 inalatória: 2,05 mg/L, os animais apresentaram epistaxe, congestão, edema e enfisema pulmonar, congestão hepática, congestão renal, congestão esplênica, hidrotórax e congestão das alças intestinais.

CRÔNICOS:
Estudo crônico realizado com animais de laboratório sendo o produto administrado por via oral mostrou que o órgão alvo para toxicidade deste produto é o pulmão. A altas doses, acúmulo das células nos alvéolos pulmonares bem como aumento no peso dos rins, fígado e baço foram observados. Houve também produção de lesões proliferativas pulmonares como hiperplasia focal, adenoma e carcinoma (camundongos), e, de linfosarcomas no baço, linfonodos e timo (ratos). Nenhuma evidência de mutagenicidade foi obtida. Em cães causou edema de pâncreas reversível a altas doses. Tratamento com 1.5 mg/kg/dia foi associado com toxicidade leve materna (sonolência, fraqueza). As altas doses, os níveis elevados de metahemoglobina causaram toxicidade materna, o que levou a um incremento na freqüência de malformações. Não houve evidências de teratogenicidade a baixas doses.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambienteL
• Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRAVEL em peixes;
• Este produto é ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CCAB Agro S.A.- Telefone da empresa: (11) 3889-5600/ Disque-Intoxicação 0800-722-6001
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA(NÃO CONTAMINADA)
. ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico(predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.