Envelope - Ihara - sugoy Soja - 21/04 e 22/04- Peça Esq

Diflubenzurom 480 SCLA CI

Geral
Nome Técnico:
Diflubenzurom
Registro MAPA:
7507
Empresa Registrante:
Sumitomo
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Diflubenzurom 480 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Algodão Recomendação Dosagem Produtos Similares
Alabama argillacea (Curuquerê) veja aqui
Canola Recomendação Dosagem Produtos Similares
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) veja aqui
Ervilha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) veja aqui
Feijão-caupi Recomendação Dosagem Produtos Similares
Elasmopalpus lignosellus (Broca do colo) veja aqui
Gergelim Recomendação Dosagem Produtos Similares
Antigastra catalaunaris (Lagarta enroladeira) veja aqui
Girassol Recomendação Dosagem Produtos Similares
Chlosyne lacinia saundersii (Lagarta do girassol) veja aqui
Grão-de-bico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) veja aqui
Lentilha Recomendação Dosagem Produtos Similares
Epinotia aporema (Broca das axilas ) veja aqui
Linhaça Recomendação Dosagem Produtos Similares
Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho) veja aqui
Soja Recomendação Dosagem Produtos Similares
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um inseticida inibidor da biossíntese de quitina, indicado para o controle de pragas nas culturas de algodão, canola, ervilha, feijão-caupi, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha, linhaça e soja. Atua principalmente por ingestão.

Deve ser aplicado preferencialmente quando as lagartas estiverem nos dois primeiros estágios de desenvolvimento (1º e 2º instares). Como o produto não tem ação de choque, não se deve esperar até que uma alta infestação esteja provocando uma grande desfolha das plantas.

Algodão: A aplicação para o controle do curuquerê do algodoeiro deverá ser feita quando for constatado um percentual de 30% das plantas infestadas, ou seja, quando 30% das plantas apresentarem pelo menos uma lagarta de 1º ou 2º instares. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 14 dias. A reaplicação deve ser realizada somente em caso de nova infestação.

Canola, ervilha, feijão-caupi, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha e linhaça: Inspecionar a cultura em intervalos regulares e iniciar as aplicações quando for constatada a presença da praga. A maior dose deve ser utilizada em caso de alta pressão da praga ou condições climáticas favoráveis ao ataque. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. A reaplicação deve ser realizada somente em caso de nova infestação.

Soja: Para o controle da lagarta da soja, recomenda-se que a aplicação seja feita desde o início da infestação da praga até um máximo de 20 lagartas (1º e 2º instares) por pano de batida. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 15 dias. A reaplicação deve ser realizada somente em caso de nova infestação.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Deverá ser aplicado diluído em água e pulverizado por meio de pulverizadores costais manuais ou motorizados, turbo atomizadores, pulverizadores tratorizados com barra ou auto-propelido e aéreos.

Pulverização via terrestre:
Nas culturas de algodão, canola, ervilha, feijão-caupi, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha, linhaça e soja, no caso de aplicações terrestres deve-se utilizar bicos cônicos das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 lb./pol² (p.s.i.) e volume de calda de 40 a 300 L/ha.

Pulverização via aérea:
Nas culturas de algodão, canola, feijão-caupi, girassol, soja, o avião deverá ser equipado com micronair AU 5000. Barra com bicos para aeronaves de asa fixa Ipanema (qualquer modelo).
Largura da faixa: a ser definida por teste, dependendo da altura do voo, geralmente largura de deposição de 15 m.
Altura de voo: 4-5 m do topo da cultura
Volume de calda: 10 a 50 litros por hectare.
Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm² com DVM 420-450 µ à pressão de 15- 30 psi.
Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas, deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vértices da ponta da asa.
Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.
Tamanho de gotas: 110-120 µm
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas (DMV: 420-450 µ)
Calcular a dose do produto de forma a manter a dose indicada por hectare.


INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individuas (EPI’s) recomendados para uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Não pulverizar contra o vento e nem em dias de muito vento.
- Não aplicar o produto com temperaturas do ar superiores a 30ºC e umidade relativa do ar inferior a 60%.
- Por ser um produto com ação de contato, é importante que não ocorram chuvas no mesmo dia após a aplicação, de forma a proporcionar maior ingestão do inseticida pelas pragas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida pertence ao grupo 15 (inibidores da biossíntese de quitina, tipo O, Lepidóptera – Benzoiluréias) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar DIMAX 480 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de DIMAX 480 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do DIMAX 480 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos inibidores da biossíntese de quitina, tipo O, Lepidóptera – Benzoiluréias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do DIMAX 480 SC ou outros produtos do Grupo 15 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

PT - Diflubenzuron Técnico Agripec registro nº 2904.

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