Bula Emerald

acessos
Tetraconazol
12907
FMC - Campinas

Composição

Tetraconazole 125 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Phakopsora gossypii)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 28 dias. 45 dias após a emergência
Ramularia
(Ramularia areola)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 28 dias. 45 dias após a emergência
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Segunda na emissão da panícula. 42 dias. Primeiro no emborrachamento
Mancha das bainhas
(Rhizoctonia oryzae)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Segunda na emissão da panícula. 42 dias. Primeiro no emborrachamento
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Segunda na emissão da panícula. 42 dias. Primeiro no emborrachamento
Queima foliar
(Microdochium oryzae)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Segunda na emissão da panícula. 42 dias. Primeiro no emborrachamento.Primeiro no emborrachamento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Segunda em R5.1. 7 dias. Primeira em R2
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Segunda em R5.1. 7 dias. Primeira em R2
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Segunda R5.1. 7 dias. Primeiro em R2
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Segunda estádio 10.5.3. 50 dias. Estádio 10
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Segunda estádio 10.5.3. 50 dias. Estádio 10
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,8 a 1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Segunda estádio 10.5.3. 50 dias. Estádio 10

Saco de 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0 L.
Frasco plástico ou metálico de 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0 L;
Bombona, balde plástico ou metálico de 10,0; 20,0; 50,0 L; Balde 10,0; 20,0; 50,0 L;
Tambor ou tamborete de plástico ou metálico de 100; 200; 250; 500 L;
Tanque container estruturado em aço inox de 1000; 2000; 2500; 5000; 10000; 15000; 20000; 23000 e 25000 L.
Galão de plástico (característica rígida lavável) de 8 litros

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/DOENÇA/DOSES:
Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- ALGODÃO: Realizar 3 aplicações, sendo a primeira a partir dos 45 dias após a emergência das plantas, em função da incidência e severidade da doença repetindo-se a cada 15 dias. A primeira pulverização deve ser realizada com níveis abaixo de 5%, antes do aparecimento dos sintomas aparecimento dos sintomas na parte superior da planta. O volume de calda deve ficar ao redor de 200 L/ha ou ajustado em função da tecnologia de pulverização proporcionando uma cobertura e distribuição uniforme das partículas na planta.

- ARROZ: Realizar 2 pulverizações, sendo a primeira no emborrachamento ou a partir dos primeiros sintomas da doença, e a segunda na emissão da panícula considerando um volume de calda de 200 L/ha.

- SOJA: Para DFC (mancha-parda, crestamento-foliar) realizar de 1 a 2 pulverizações, a primeira em R2 e a segunda em R5.1 com um volume de calda de 150 a 200 L/ha. Para controle de oídio, realizar uma pulverização quando a cultura a apresentar cerca de 20% de severidade repetindo caso seja necessário. O controle da ferrugem deve ser realizado com 2 pulverizações, a primeira no estádio R2, ou antes desta fase, no início do aparecimento dos primeiros sintomas (menos que 5% incidência). Uma segunda aplicação deve ser repetida após 10 a 15 dias da primeira, em função do desenvolvimento da doença. O volume de calda deve ser de 200 L/ha.

- TRIGO: Realizar 2 pulverizações nos estádios 10 (emborrachamento) e 10.5.3 (final do florescimento na base da espiga) ou antes no aparecimento dos primeiros sintomas da doença com um volume de calda de 200 litros.

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação tratorizada, costal e aérea.
Utilizar tipo de equipamento mais adequado a cada cultura indicada.
Em caso de dúvida consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias):
Algodão: 28 dias, Arroz: 42 dias, Soja: 7 dias, Trigo: 50 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há, pois o produto não é fitotóxico as culturas indicadas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de vento forte e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR TETRACONAZOL
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Triazol

Classe toxicológica:
II - Altamente Tóxico

Vias de exposição:
Oral, inalátoria, ocular e dérmica.

Toxicocinética:
Em estudos em animais, o tetraconazole foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e excretado na maior parte pela via urinária. Em 48 horas a excreção urinária foi de 61-76% para a fração 14C-triazole e 51¬62% para a fração 14C-fenil, enquanto a excreção pelas fezes foi de 9¬26% e 23-26% para a fração triazole e para a fração fenil, respectivamente. O tetraconazol é em grande parte metabolizado e o composto inalterado é detectado em uma porcentagem menor que 9% nas fezes e em pequenas quantidades na urina. O principal metabólito foi o triazole. O principal mecanismo do metabolismo inclui oxidação,
redução e conjugação com a glutationa.

Mecanismo de toxicidade:
Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo.

Sintomas e sinais clínicos:
Não são relatados sintomas de alarme em humanos, sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgirem quaisquer sintomas. Em animais, o tetraconazol provocou aumento do peso hepático e aumento das enzimas he áticas séricas (EPA, 2005).

Diagnóstico:
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do in rediente ativo.

Tratamento:
A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica.
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido à provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e
encaminhamento ara avalia ão oftalmológica.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de neumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não são conhecidos efeitos sinérgicos.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS

Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-343545 e (Oxx34)3319-3019

Mecanismo de Ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Em estudos em animais o tetraconazole foi rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e excretado na maior parte pela via urinária. Em 48 horas, a excreção urinária foi de 61-76% para a fração 14C-triazole e 51-62% para a fração 14C-fenil, enquanto a excreção pelas fezes 9-26% e 23-26% para a fração triazole e para a fração fenil, respectivamente. O tetraconazol é em grande parte metabolizado e o composto inalterado é detectado em uma porcentagem menor que 9% nas fezes e em pequenas quantidades na urina. O principal metabólito foi o triazole. O principal mecanismo do metabolismo jnclui oxidação, redução e conjugação com a glutationa.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:

DL50 Oral em ratos: >2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg
CL50 inalatória para ratos: >6,57 mg/L

Irritação dérmica: Após a 1h e 24h foi observado eritema fraco em todos os animais testados. Após 48 horas, apenas um animal apresentava eritema fraco. Após 72 horas, não se observava qualquer reação cutânea nos animais testados e o teste foi encerrado. Produto levemente irritante.

Irritação ocular: Não foram observadas reações na córnea em todos os animais testados. Após 1 h e 24 horas, todos os animais apresentaram reações na conjuntiva e um animal apresentou reações na íris. Após 72 horas, um animal ainda apresentava reações na conjuntiva. A reversibilidade de todas as reações foi observada no dia 7. Produto irritante aos olhos.
Sensibilização cutânea: O produto teste foi classificado como não sensibilizante para a pele de cobaias.

Efeitos Crônicos:
O fígado e os rins são os principais órgãos alvo do tetraconazol. Estudos crônicos, subcrônicos e reprodutivos em cães e camundongos mostraram um aumento no peso hepático, aumento das enzimas hepáticas e alterações macro e microscópicas hepáticas que evidenciam a toxicidade hepática (EPA, 2005).
Em um estudo realizado em cães beagle, o tetraconazole técnico foi administrado na dieta durante 52 semanas. Não foram relatadas mortes, sinais clínicos relacionados com o produto, diferenças no consumo de alimentação e anormalidades nos olhos dos animais. As análises patológicas macroscópicas mostraram áreas de descoloração e marcas lobulares no fígado. Em outro estudo realizado em ratos durante dois anos, prolongadas administrações de tetraconazole aos animais não evocou um potencial carcinogênico. Nenhum aumento de tumores foi notado na maior dose testada em machos (1280 ppm) e em uma dose intermediária (640 ppm) em fêmeas. O grande número de machos que apresentaram tumores benignos em células hepáticas, na dose de 640 ppm não foi estatisticamente significativo. Nenhuma dose resposta foi relacionada com os tumores benignos para tumores malignos nas células hepáticas. O fígado foi identificado como órgão alvo principal.

PREUCAÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO Á PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

ESTE PRODUTO É:

- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quente do dia.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamentos aplicadores em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distâncias inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos,
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES.
Mantenha o produto na sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter o piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constante da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

- Contate as autoridades locais competente e a Empresa FMC QUIMICA DO BRASIL L TOA. telefone de Emergência: (OXX34) 3319-3019.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPls (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros)
Isole e sinalize a área contaminada.

Em caso de derrame siga as instruções abaixo:

- Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

- Corpo d' água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, COz ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILlZAÇAO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (Embalagem de Transporte): - ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita por incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando a proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, ao princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê Brasileiro de Ação de Resistência a Fungicidas).
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar quando conveniente o rodízio de produtos de contato e produtos com modo de ação específico (sistêmicos).
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não há casos de incompatibilidade