Envelope - Ihara - Zeus 24/04- Peça Esq

IN-24-35 CI

Geral
Nome Técnico:
Trichoderma viride; Trichoderma harzianum
Registro MAPA:
2326
Empresa Registrante:
Inflora Biociência
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichoderma viride isolado IBLF 1275 100 g/kg
Trichoderma viride isolado IBLF 1276 100 g/kg
Trichoderma harzianum isolado IBLF 1278 100 g/kg
Trichoderma harzianum isolado IBLF 1282 100 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Recomendação Dosagem Produtos Similares
Fusarium oxysporum (Podridão basal) veja aqui
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

IN-24-35 é um fungicida de origem microbiológica recomendado para controle de Tombamento, ou Dumping-off, (Rhizoctonia solani) e Murcha-de-fusarium (Fusarium oxysporum), em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos.

MODO DE APLICAÇÃO e PREPARO DA CALDA

O produto pode ser aplicado por meio de aplicação terrestre (direcionadas ao solo) e tratamento de sementes.
IMPORTANTE: As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta Bula.

Aplicação terrestre (jato dirigido):
Indica-se a utilização tanto de pulverizadores do tipo costal (manual ou motorizados), barra e autopropelido. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura.
A boa cobertura é fundamental para o sucesso da aplicação, independente do equipamento utilizado. Desta forma o tipo e calibração do equipamento, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume
de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a ser utilizado.

Utilizar pontas de pulverização adequadas, conforme as recomendações do fabricante e atentar-se para as condições edafoclimáticas no momento da aplicação, sendo este um fator importante para a eficiência e eficácia do produto.
- Preparar a calda imediatamente antes da aplicação;
- Garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas de pulverização estejam devidamente limpos;
- Verificar a necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada;
- Encher o tanque até um terço de seu nível;
- Iniciar a agitação do tanque e adicionar, aos poucos, a quantidade necessária do IN-24-35;
- Completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização;
- A agitação do tanque deverá ser constante desde a preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção;
- A prática da pré-diluição é recomendada;
- Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. O descarte dos efluentes, resultantes da lavagem, deve atender a legislação local.

Tratamento de semente:
Diluir a dose recomendada do produto em água, considerando volume total de calda de 500 mL/100 kg de sementes.
Colocar a quantidade de sementes com peso conhecido no interior do equipamento de tratamento e adicionar a calda do produto agitando até se obter a perfeita cobertura das sementes. Atentar para que no final do tratamento não haja sobra
de produto no fundo do equipamento utilizado ou nas unidades dosadoras, em caso se utilização de máquinas especificas de fluxo contínuo de sementes.
Recomendações quanto a utilização e armazenamento das sementes tratadas:
- Recomenda-se que as sementes tratadas sejam semeadas imediatamente ou até em 24 horas após o tratamento.
- Não deixe as sementes tratadas expostas ao sol.
- Sempre regule e afira a semeadeira com as sementes já tratadas.
- As semeadeiras devem ser limpas periodicamente para evitar o acúmulo de resíduos nas paredes e engrenagens.


CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Com relação às condições climáticas, deve-se procurar aplicar nos horários mais frescos do dia, preferencialmente no fim da tarde ou em dias nublados, evitando-se ventos acima de 10 km/h (3 m/s), temperaturas superiores a 30°C e umidade
relativa inferior a 70%. Atentar-se para a umidade do solo, sendo este um fator importante para a eficiência e eficácia do produto.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nos horários mais frescos do dia, preferencialmente no fim da tarde ou em dias nublados. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do IN-24-35, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, são recomendadas as seguintes práticas culturais:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo.
- Aplicar com solo úmido ou realizar leve irrigação após aplicação do produto.
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo;
- No caso do tratamento de sementes, recomenda-se que a semeadura seja realizada em, até, 24 horas após o tratamento;
- Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;
- Não aplicar em período de chuvas intensas


AVISO AO USUÁRIO

IN-24-35 deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A INFLORA BIOCIÊNCIA LTDA não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente
pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos as cepas IBLF 1275, IBLF 1276, IBLF 1278 e IBLF 1282.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de
Fungicidas (FRAC BR: www.frac- br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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