Kenzo 700 WG CI

Geral
Nome Técnico:
Metribuzim
Registro MAPA:
57025
Empresa Registrante:
CropChem
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Metribuzim 700 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Granulado Dispersível (WG)
Modo de Ação:
Seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 15 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 15 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 20 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 20 KG

INSTRUÇÕES DE USO:

KENZO 700 WG é um herbicida seletivo de ação sistêmica, indicado para aplicação em pré-emergência ou pós-emergência inicial. É absorvido principalmente pelo sistema radicular das plantas infestantes, sendo translocado pelo xilema e acumulado em folhas, caules e raízes. Seu modo de ação consiste na interferência no processo de fotossíntese. O produto controla diversas espécies de plantas infestantes, sendo recomendado para uso conforme orientações na bula.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre: Utilizar pulverizador costal ou de barra, montado, de arrasto ou autopropelido. Empregar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cone com indução de ar, visando à formação de gotas grossas (em pós-emergência) a extremamente grossas (em pré-emergência), garantindo adequada cobertura do alvo. Ajustar a pressão de trabalho conforme as recomendações do fabricante da ponta ou bico, de modo a obter o tamanho de gota e o volume de aplicação desejados. Adotar velocidade de deslocamento que proporcione boa uniformidade de deposição e adequado rendimento operacional. Para variações de velocidade, utilizar pontas de diferentes vazões, evitando alterações bruscas na pressão, que impactam diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos devem assegurar sobreposição adequada dos jatos e cobertura uniforme, conforme orientação do fabricante. Em volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas desfavoráveis, adotar tecnologias e técnicas que assegurem a qualidade da pulverização com baixa deriva. Recomenda-se a consulta a um Engenheiro Agrônomo.

Aplicação aérea: A aplicação deve ser realizada exclusivamente por empresa especializada, sob a supervisão de um Engenheiro Agrônomo. Devem ser seguidas as mesmas recomendações gerais da aplicação terrestre, quanto ao tamanho de gotas, à boa cobertura e à uniformidade de deposição. É fundamental respeitar as condições meteorológicas no momento da aplicação, a fim de minimizar perdas por deriva. Recomenda-se o uso de, no mínimo, 20 L de calda por hectare. A aeronave deve estar equipada com bicos do tipo leque ou D25, operando a uma altura de voo entre 2 e 4 metros, em condições de vento calmo ou inferior a 8 km/h, umidade relativa acima de 70% e temperatura inferior a 30 °C.

Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

NÃO entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- No manejo em pós-emergência das plantas daninhas aplicar o produto no início do desenvolvimento vegetativo, evitando período de estiagem, horas de calor, umidade relativa do ar abaixo de 60%, excesso de chuva, plantas cobertas por orvalho ou em condições de baixo vigor vegetativo, por reduzir a tolerância da cultura ao produto.
- Fitotoxicidade: desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

O herbicida KENZO 700 WG apresenta mecanismos de ação Inibidor da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo Triazinonas, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C1 HERBICIDA

O produto herbicida KENZO 700 WG é composto por Metribuzim, que apresenta mecanismo de ação Inibidor da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo Triazinonas, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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