Muteki
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Ciclaniliprole
Registro MAPA:
24421
Empresa Registrante:
ISK |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Ciclaniliprole | 50 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Aveia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Brócolis | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) | veja aqui | |||
| Cana-de-açúcar | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diatraea saccharalis (Broca do colmo) | veja aqui | |||
| Centeio | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Couve | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Couve-chinesa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Couve-de-bruxelas | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Couve-flor | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Grapholita molesta (Mariposa oriental) | veja aqui | |||
| Melancia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) | veja aqui | |||
| Milheto | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Repolho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Plutella xylostella (Traças das crucíferas) | veja aqui | |||
| Sorgo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) | veja aqui | |||
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Triticale | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
INSTRUÇÕES DE USO
Trata-se de um inseticida do grupo químico das antranilamidas, atuando como modulador dos receptores de rianodina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas da aveia, batata, brócolis, café, cana-de-açúcar, centeio, cevada, couve,
couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-flor, maçã, melão, melancia, milheto, milho, repolho, soja, sorgo, tomate, trigo e triticale.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto pode ser aplicado por meio de pulverizador costal (manual ou motorizado), tratorizado, autopropelido e aéreo. O produto deve ser diluído em água e aplicado nas doses recomendadas na cultura para a qual é indicado. Agitar
vigorosamente o produto na embalagem, antes da diluição, mantendo agitação constante da calda no tanque de pulverização, após a diluição.
A boa cobertura da planta é fundamental para o sucesso de controle da praga, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma, o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem ser rigorosamente observados.
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal, turbo atomizador, tratorizado ou autopropelidos com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa cobertura das plantas. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas. Selecionar pontas que produzam gotas finas a média/grossas.
*Repolho, brócolis, couve, couve-chinesa, couve-flor, couve-de-bruxelas: Para aplicação com atomizador, não aplicar este produto em uma distância menor que 2 metros da divisa com áreas de vegetação natural.
Aplicação via pivô central:
Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para a cultura do milho e soja. A aplicação através do sistema de irrigação deve ser realizada calibrando-se o equipamento injetor que poderá ser por injeção por uma bomba diafragma; por
sucção da água; ou através de um injetor na coluna central do pivô. Deve-se tomar todas as medidas de segurança, utilizando-se válvulas de registro, para que o produto não possa retornar ao manancial aquático, em caso de uma parada do equipamento de irrigação. A velocidade do pivô central deverá ser de 100%.
Aplicação aérea:
Cana-de-açúcar - Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas finas a médias. Usar volume de calda de 20 a 50 litros por hectare.
Não aplicar este produto em uma distância menor que 6 metros da divisa com áreas de vegetação natural.
Soja – Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 30 litros por hectare.
Trigo, aveia, centeio, cevada e triticale: Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas finas a médias. Usar volume de calda de 20 a 30 litros por hectare.
Não aplicar este produto em uma distância menor que 2 metros da divisa com áreas de vegetação natural.
Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada e/ou monitorada por sistema de navegação GPS.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
Aplicação terrestre:
Temperatura máxima: 30°C
Umidade relativa do ar mínima: 50%
Velocidade máxima do vento: 10 km/h. Em ocasiões em que a velocidade do vento for inferior a 2 km/h, é possível que haja inversão térmica e a aplicação não deve ser realizada.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Aplicação aérea:
Temperatura máxima: 28°C
Umidade relativa do ar mínima: 60%
Velocidade do vento: até 10 km/h.
Preparo da calda:
Certifique-se de que o tanque, as mangueiras, os filtros e as pontas de pulverização estejam devidamente limpos e livre de resíduos de outros defensivos agrícolas aplicados anteriormente.
Para o preparo da calda, recomenda-se a utilização de água de boa qualidade, livre de partículas em suspensão. A presença de coloides, como argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto.
Encha o tanque do pulverizador até a metade, adicione a dose recomendada de MUTEKI. Complete o volume do reservatório mantendo o sistema de agitação ligação durante todo o processo de preparo da calda e durante a pulverização,
mantendo a mistura homogênea.
Prepare apenas a quantidade necessária para a aplicação e pulverize na sequência.
Em caso de interrupção, retome a pulverização o mais rápido possível e agite a calda vigorosamente antes de reiniciar o processo.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por
modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões
térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto não causa fitotoxicidade para a cultura recomendada desde que seguidas às recomendações de uso.
Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 28 (Moduladores dos receptores de Rianodina) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 28. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 28 quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).