Bula Pilarico - Pilarquim

Bula Pilarico

Nicosulfurom
21916
Pilarquim

Composição

Nicossulfurom 750 g/kg

Classificação

Terrestre
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Tipo: Barrica
Material: Papelão
Capacidade: 1,0; 2,0; 5,0 kg

Tipo: Big-bag
Material: Poly-Nylon
Capacidade:100; 200; 400; 500; 600 kg

Tipo: Caixa
Material: Papelão
Capacidade: 1,0; 2,0; 5,0 kg

Tipo: Cartucho
Material: Papelão
Capacidade: 1,0; 2,0; 5,0 kg

Tipo: Cartucho
Material: Papelão ( com 6 sacos hidrossolúveis de 80g)
Capacidade: 0,48 kg

Tipo: Frasco
Material: Metálico
Capacidade: 1,0; 2,0; 5,0 kg

Tipo: Saco
Material: Aluminizado
Capacidade: 0,06; 0,07; 0,08; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0 kg

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,06; 0,07; 0,08; 0,1; 0,15; 0,2; 0,24; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 2,0; 5,0 kg

Tipo: Saco
Material: Polietileno
Capacidade: 25 kg

Tipo: Tambor
Material: Metálico
Capacidade: 1,0; 2,0; 5,0; 50 kg

INSTRUÇÕES DE USO

PILARICO® é um herbicida pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, seletivo para a cultura do milho e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato simples (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

PILARICO® deve ser aplicado uma única vez, em pós-emergência, quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas (10 a 25 cm de altura) e as plantas daninhas estiverem com até 2-4 folhas (plantas daninhas dicotiledôneas) ou até 2 perfilhos (plantas daninhas monocotiledôneas). Para Digitaria horizontalis aplicar o produto antes do perfilhamento.
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 400 a 600 litros de calda/ha para pulverizador manual e 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizados tratorizado.
Tipos de Bico: Leque (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Twinjet, TK ou TF) ou cone (ex.: Fulljet), utilizar de acordo com a recomendação do fabricante.
Observação: No caso do uso de outros equipamentos pulverizadores, estes devem proporcionar boa cobertura das plantas daninhas.
Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 25°C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir o máximo às perdas por deriva e evaporação.
Preparo da Calda Herbicida: Iniciar pela colocação de água no tanque do pulverizador até ½ (metade) de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o PILARICO® . No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da adição ao tanque do pulverizador. Em seguida, adicionar mais água ¾ (três quartos) da capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário reagitar a calda de herbicida antes da reutilização.
Lavagem do Equipamento de Aplicação: Antes da aplicação, verifique se o equipamento está limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis do produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque, evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material que foi usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Recomendações para evitar a Deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
Importância do Diâmetro de Gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva á aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 µm). A presença nas proximidades de culturas para quais os produtos não esteja registrado ou culturas sensíveis, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc. devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. APLICANDO GOSTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre condições de vento, Temperatura e Umidade.
Controlando o Diâmetro de Gotas – Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando suas necessidades práticas. Bico com uma vazão maior produz gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet).
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Milho: 45 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Fitotoxicidade: PILARICO® é seletivo para a maioria das cultivares comerciais de milho. Consulte um Engenheiro Agrônomo para maiores informações sobre híbrido / variedades que não devam ser tratadas com o produto.
- O uso de nicossulfurom em alguns híbridos / variedades de milho podem causar sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade. Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
- O uso de produtos organofosforados somente poderá ser realizado 7 dias antes ou depois da aplicação de PILARICO®. Caso não seja respeitado este limite, poderá ocorrer elevada fitotoxicidade na cultura do milho.
- Não aplicar em plantas daninhas ou sobre a cultura do milho com “stress” causado, por exemplo, por frio, período de seca, excesso de chuvas, sequência de dias nublados, etc.
- Não aplicar quando a temperatura estiver abaixo de 10°C.
- Deverá ser respeitado o intervalo de sete dias entre as adubações nitrogenadas e a aplicação de PILARICO®.
- Não aplicar mais que 80 g de PILARICO ® por hectare por ciclo da cultura.
- Não permitir que a deriva da aplicação de PILARICO® atinja plantações vizinhas de outras culturas.
- Não aplicar quando houver orvalho nas folhas, ou quando elas estiverem molhadas pela chuva.
- Para rotação de cultura, observar o prazo de 90 dias após a aplicação do PILARICO ®.
- É requerido um período mínimo de 1 hora entre a aplicação e a ocorrência primeira chuva e /ou orvalho abundante nas folhas das plantas daninhas.
- Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.
- Não aplicar PILARICO® através do sistema de irrigação.
- Não aplicar em culturas de sorgo, nem em locais onde possa haver deriva para essa cultura

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Os equipamentos de proteção individual – EPI a serem utilizados são: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro de carvão ativado; óculos de segurança com proteção lateral; chapéu de abas largas e luvas de nitrila.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

GRUPO B HERBICIDA

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas daninhas a ele resistentes. Como práticas de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados os herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para as culturas. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.