Bula Polo 500 SC - Syngenta

Bula Polo 500 SC

CI
Diafentiurom
8204
Syngenta

Composição

Diafentiurom 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Acaricida, Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Alabama argillacea (Curuquerê)
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Myzus persicae (Pulgão verde)

Berinjela

Dosagem Calda Terrestre
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Café

Dosagem Calda Terrestre
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose)
Oligonychus ilicis (Ácaro vermelho)

Crisântemo

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Feijão vagem

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Feijão-caupi

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Feijão-fava

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Grão-de-bico

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Lentilha

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)

Pepino

Dosagem Calda Terrestre
Myzus persicae (Pulgão verde)

Pimentão

Dosagem Calda Terrestre
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco)

Plantas ornamentais

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Brevicoryne brassicae (Pulgão da couve)

Rosa

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Frasco plástico: 1 e 5 L. Bombona plástica: 20 L. Farm-Pack plástico: 420 L.

INDICAÇÕES DE USO

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Polo 500 SC deve ser dissolvido em água e aplicado na forma de pulverização foliar.

Aplicação terrestre

Amendoim, Ervilha, Feijões (Feijão, Feijão-vagem, Feijão-Fava, Feijão-caupi), Grão-de-bico, Lentilha: Utilizar pulverizador costal manual ou tratorizado. Aplicar com volume de calda equivalente a 200 L/ha.

Algodão: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado, com volume de calda de 150 a 200 L/ha.

Café: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador atomizador costal ou tratorizado, com volume de calda de 400 L/ha.

Batata: Utilizar pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado. Aplicar com volume de calda equivalente a 500 L/ha.

Berinjela/Pepino: Utilizar pulverizador costal manual, motorizado ou tratorizado. Aplicar com volume de calda equivalente a 1.000 L/ha.

Melão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador tratorizado com barra ou auto-propelido com volume de calda de 500 L/ha.

Pimentão: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 800 L/ha.

Repolho: Pulverização foliar. Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 800 L/ha.

Soja: Utilizar pulverizador costal manual ou tratorizado. Aplicar com volume de calda de 150 a 200 L/ha.

Tomate: Utilizar pulverizador costal manual ou equipamento tratorizado, com volume de calda de até 1.000 L/ha.

Tecnologia de aplicação

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Utilizar os seguintes parâmetros:
- Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados);
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm².
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições Meteorológicas

Temperatura do ar: Abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

Aplicação aérea

Seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Para as culturas do Algodão e Soja, POLO 500 SC pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: Abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
Velocidade do vento: Média de 3 km/h até 10 km/h.
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados. Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.

Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

Preparo da calda
o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até metade de sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

Crisântemo, Plantas Ornamentais e Rosa*: Dose recomendada do POLO 500 SC deve ser diluída em água e aplicada sob a forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre. Para uma cobertura uniforme sobre as plantas, deve-se observar recomendação do fabricante dos bicos de pulverização quanto ao seu espaçamento e pressão de trabalho.

Pulverização foliar. Utilizar volume de calda entre 600-1000 L/ha, distribuindo uniformemente a calda sobre as folhas das plantas. Antes de realizar a aplicação, recomenda-se aplicar o produto em uma pequena área, com antecedência mínima de 7 dias para confirmação de seletividade sobre as diferentes variedades.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO

As doses deverão ser obedecidas de acordo com a recomendação da bula do produto.
1. Volume de calda: 600 a 1.000 L/ha.
2. Diâmetro Mediano Volumétrico de gotas (DMV): 200 a 400 µm.
3. Pressão de máxima na saída do bico de pulverização: 100 psi.
4. Cobertura no alvo: 30 a 40 gotas/cm².
5. Evitar escorrimento pelas folhas.

EQUIPAMENTOS DE PULVERIZAÇÃO

Bomba estacionária com mangueira e com barra com 4 pontas espaçadas de 25 cm, posicionando na vertical na cultura da rosa e horizontal nas demais culturas de ornamentais.
Para cultivos em vasos, pulverizar com jato dirigido produzindo uma boa cobertura tomando cuidado de não deixar escorrer.
A ponta de pulverização recomendada será jato plano 11002 a 11003 utilizando uma pressão máxima de 4 bar (60psi) ou jato cônico TX8002 a TX8003 com pressão entre 4 a 7 bar (60 a 100 psi).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca, cerca de 24 horas. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

Fitotoxicidade para a cultura indicada

O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
Entretanto, devido ao grande número de espécies e variedades de plantas ornamentais que podem vir a ser afetadas pelas pragas indicadas nesta bula, recomenda-se que o USUÀRIO aplique preliminarmente o produto em uma pequena área para verificar a ocorrência de eventual ação fitotóxica do produto, 7 dias antes de sua aplicação em maior escala.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

GRUPO 12A INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida POLO 500 SC pertence ao grupo 12A (Inibidores de ATP sintetase mitocondrial: Diafentiurom) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto dos mesmos grupos pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do POLO 500 SC como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distintos grupo 12A (Inibidores de ATP sintetase mitocondrial: Diafentiurom). Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar POLO 500 SC ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas de POLO 500 SC podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do POLO 500 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico do grupo 12A (Inibidores de ATP sintetase mitocondrial: Diafentiurom) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula; o Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização de POLO 500 SC ou outros produtos do grupo 12A (Inibidores de ATP sintetase mitocondrial: Diafentiurom) quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).